A exposição a determinadas bactérias no meio ambiente tem efeitos antidepressivos. A Mycobacterium vaccae - microrganismo da terra que é respirado quando estamos em contacto com a natureza - é uma delas. Dorothy Matthews e Susan Jenks, investigadoras do Sage Colleges, em Nova Iorque, decidiram analisá-la, baseando-se em estudos que demonstraram a importância deste microrganismo no desenvolvimento de alguns neurónios, no aumento dos níveis de serotonina e na diminuição da ansiedade. Sabendo que a serotonina - molécula com várias funções, como a regulação do sono, da temperatura corporal, do humor e da actividade motora - é importante na aprendizagem, as investigadoras quiseram perceber se a bactéria tinha algum efeito, também, no processo de aprendizagem.
A experiência foi feita em laboratório: adicionaram a Mycobacterium vaccae à dieta de um grupo de ratinhos colocados a movimentar-se num labirinto. As cobaias que tiveram contacto com a bactéria percorreram o labirinto mais depressa e com níveis de ansiedade mais baixos. Na segunda fase, a bactéria foi retirada da alimentação, mas o grupo que a tinha ingerido anteriormente - apesar de mais lento que na primeira corrida ? ainda continuava mais rápido do que aquele que não teve acesso à bactéria. Três semanas depois, continuavam mais velozes. As investigadoras acreditam que a Mycobacterium vaccae tem um papel fulcral nos níveis de ansiedade e na capacidade de aprendizagem dos mamíferos.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
Contacto com natureza estimula aprendizagem
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domingo, 30 de maio de 2010
1921, Rocha Vieira, in O Século
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Miss Brasil-Portugal
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sábado, 29 de maio de 2010
«The Wall» em 2011 em Lisboa
O músico britânico Roger Waters, antigo baixista dos Pink Floyd, vai tocar ao vivo o álbum «The Wall» a 21 de Março de 2011 no Pavilhão Atlântico, em Lisboa
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
CARTOON
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domingo, 23 de maio de 2010
CARTOON
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
5º Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim
A obra «Ocaso», composta por Nuno Figueiredo, aluno da Licenciatura em Música da Universidade de Aveiro, na classe da professora Sara Carvalho, foi seleccionada para integrar a final do Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim, na modalidade de música orquestral. A peça pode ser ouvida em estreia mundial, a 23 e 24 de Julho, no decorrer do XXXII Festival Internacional de Música da Póvoa.
«Ocaso», de Nuno Figueiredo, aluno de música do Departamento de Comunicação e Arte, e «Concerto para Orquestra», de Duarte Silva foram as obras seleccionadas para a final da modalidade «Música Orquestral».
O público terá oportunidade de ouvir estes inéditos em concertos integrados no XXXII Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, a realizar nos dias 23 e 24 de Julho. No final destes concertos, serão anunciados os resultados finais e feita a entrega dos prémios.
O júri da 5ª edição do Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim (CICPV) é composto pela docente do Departamento de Comunicação e Arte, Isabel Soveral, Pedro Amaral (presidente), Pedro Burmester e Miguel Azguime.«Ocaso», de Nuno Figueiredo, aluno de música do Departamento de Comunicação e Arte, e «Concerto para Orquestra», de Duarte Silva foram as obras seleccionadas para a final da modalidade «Música Orquestral».
O público terá oportunidade de ouvir estes inéditos em concertos integrados no XXXII Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, a realizar nos dias 23 e 24 de Julho. No final destes concertos, serão anunciados os resultados finais e feita a entrega dos prémios.
O Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim (FIMPV) arranca a 9 de Julho com a conferência de abertura intitulada «As Músicas da República», proferida por Rui Vieira Nery. A programação, que se estende de 9 a 31 de Julho, abarca um largo espectro histórico, da Idade Média ao século XXI, e conta com a presença de eminentes solistas e agrupamentos internacionais.
Os apoios aos novos valores e à nova música portuguesa continuam a ser objectivos estruturantes do FIMPV. Além dos jovens elementos que compõem os agrupamentos residentes do FIMPV, foram convidados alguns dos mais importantes instrumentistas portugueses da actualidade, que integram o agrupamento Sond’Ar-te Electric Ensemble, do qual a flautista Monika Duarte Štreitová, aluna de Pós-Doutoramento no DeCA, faz parte. O grupo dedica-se à música portuguesa do séc. XXI.
Em suma, o Festival propõe ao seu público música vocal e instrumental de 80 compositores, entre os quais 15 portugueses (sete obras inéditas). Foram convidados 120 intérpretes, dos mais variados países. Serão prestadas especiais homenagens aos compositores Robert Schumann, Fryderyck Chopin, Hugo Wolf e Jorge Cronner de Vasconcelos, cujas efemérides se comemoram em 2010. Os diversos momentos do Festival decorrem nas Igrejas Matriz, Lapa e S. Pedro de Rates, no Diana Bar, no Auditório Municipal e no Museu Municipal da Póvoa de Varzim.
Sobre Nuno Figueiredo:
Nuno Figueiredo, 27 anos, iniciou os seus estudos musicais na Filarmónica de Santa Comba Dão, de onde é natural, com o Professor Artur Gouveia. Entre 1998 e 2003 dedicou-se ao estudou de trompete no Conservatório Calouste Gulbenkian, em Aveiro. Participou em diversos seminários de composição e improvisação e trabalhou em orquestra de sopro com vários maestros. Nuno Figueiredo é também professor de Classe Conjunto na Filarmónica de Santa Comba Dão e na Banda Amizade, onde desenvolve um reportório novo e específico para orquestras juvenis. Frequenta, actualmente, o último ano da licenciatura em Música, na área de composição, no Departamento de Comunicação e Arte da UA.
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domingo, 16 de maio de 2010
SANTA COMBA DÃO -Linha da beira alta,junto ao coval
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sábado, 15 de maio de 2010
Aos ex-Combatentes do concelho de Santa comba Dão.
Na foto :O meu Pai que prestou serviço em Moçambique num regimento de comandos ,entre 1971 e 1973.Fotos com o local do monumento ao longo dos tempos.
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Comedy Cartoon
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terça-feira, 11 de maio de 2010
Cometa Halley
Em Maio de 1910, o cometa de Halley sobressaltou muita gente, por se ter espalhado, não só em Portugal, como também em França e noutros países.
No semanário O Districto de Leiria de Março de 1910 veio reproduzida a notícia transmitida num telegrama de Budapeste para a Gazeta de Frankfurt, segundo o qual um proprietário húngaro, Adam Tomás, se suicidara com um tiro na cabeça, deixando uma carta em que dizia: “Visto anunciar-se que a passagem do cometa de Halley trará a morte a todo o género humano, prefiro matar-me já a ser morto pelo terrível cometa que se espera”.
No nosso país o susto atingiu tais proporções que a Academia de Ciências de Portugal julgou conveniente fazer ao país uma comunicação, a qual terminava assim: “ A Academia de Ciências de Portugal não pode deixar de protestar contra os abusos da credulidade popular, propícios a cultivar o alarme geral, e que só se poderiam perdoar quando apoiados na ignorância, o que, nem por isso, deixaria de ser altamente lamentável e profundamente triste.
O cometa de Halley não chocou com a Terra, mas, meses depois da sua exibição, despontou a implantação do regime republicano em Portugal, acontecimento que sempre foi uma revolução sensacional e retumbante.
O cometa Halley é o mais célebre de todos os cometas. A sua história remonta ao ano de 239 a. C.
Devemos aos remotos astrónomos chineses as observações que efectuaram nesses tempos recuados e também todos os registos de outros cometas, incluindo as 10 posteriores aparições do mesmo cometa, entre os anos de 760 e 66 d.C. Mas eles não foram capazes de associar nenhuma dessas aparições a qualquer outra anterior, porque nesse tempo se pensava que esses estranhos visitantes nunca mais voltavam. Hoje sabe-se que assim não é, depois que Edmond Halley, um astrónomo inglês que viveu no século XVII, observou e estudou a trajectória dum cometa brilhante que se via nos céus, em 1682 e a que foi dado o seu nome.
Baseando-se nos escritos enunciados no «Principia», de Newton, onde eram deduzidas as leis da mecânica celeste e nas leis que Kepler equacionara para descrever o movimento dos planetas em torno do Sol, Edmond Halley determinou a trajectória do cometa e foi capaz de prever o seu regresso. Essa órbita é uma elíptica muito alongada e, contas feitas, o cometa regressaria dentro de 75 ou 76 anos. E regressou. O astrónomo já não pertencia ao número dos vivos, para poder presenciar e rejubilar-se com a sua extraordinária previsão, mas o seu nome ficou para sempre ligado à astronomia e o feito serviu de prova complementar às leis de Kepler e à revolucionário teoria da gravitação de Newton.
Mas nem por isso se esvaneceram as crenças nos maus augúrios trazidos pelos cometas.
Antes de Edmond Halley, em 66 d. C., segundo relatos ocidentais da época, o cometa permaneceu visível quase durante um ano, sobre Jerusalém e "parecia um sabre ameaçando a cidade". Esta passagem do Halley ficou associada à Guerra Judaica. Como se sabe, os romanos do tempo do imperador Vespasiano, cercaram Jerusalém em 70 d. C. e acabaram por tomar a cidade sitiada.
Em 1066, ano em que o cometa também reapareceu nos céus da Terra, é de lembrar o resultado da célebre batalha de Hastings, entre Normandos e Ingleses: para os Normandos ele ficou como um bom presságio, pois ganharam a guerra, enquanto que os Ingleses o amaldiçoaram...
Também uma situação semelhante aconteceu em 1910, aquando da implantação da República, em Portugal. Para os republicanos, o Halley tinha sido uma boa promessa; para os monárquicos, o anúncio duma grande desgraça...
A próxima passagem será no ano de 2061.
No semanário O Districto de Leiria de Março de 1910 veio reproduzida a notícia transmitida num telegrama de Budapeste para a Gazeta de Frankfurt, segundo o qual um proprietário húngaro, Adam Tomás, se suicidara com um tiro na cabeça, deixando uma carta em que dizia: “Visto anunciar-se que a passagem do cometa de Halley trará a morte a todo o género humano, prefiro matar-me já a ser morto pelo terrível cometa que se espera”.
No nosso país o susto atingiu tais proporções que a Academia de Ciências de Portugal julgou conveniente fazer ao país uma comunicação, a qual terminava assim: “ A Academia de Ciências de Portugal não pode deixar de protestar contra os abusos da credulidade popular, propícios a cultivar o alarme geral, e que só se poderiam perdoar quando apoiados na ignorância, o que, nem por isso, deixaria de ser altamente lamentável e profundamente triste.
O cometa de Halley não chocou com a Terra, mas, meses depois da sua exibição, despontou a implantação do regime republicano em Portugal, acontecimento que sempre foi uma revolução sensacional e retumbante.
O cometa Halley é o mais célebre de todos os cometas. A sua história remonta ao ano de 239 a. C.
Devemos aos remotos astrónomos chineses as observações que efectuaram nesses tempos recuados e também todos os registos de outros cometas, incluindo as 10 posteriores aparições do mesmo cometa, entre os anos de 760 e 66 d.C. Mas eles não foram capazes de associar nenhuma dessas aparições a qualquer outra anterior, porque nesse tempo se pensava que esses estranhos visitantes nunca mais voltavam. Hoje sabe-se que assim não é, depois que Edmond Halley, um astrónomo inglês que viveu no século XVII, observou e estudou a trajectória dum cometa brilhante que se via nos céus, em 1682 e a que foi dado o seu nome.
Baseando-se nos escritos enunciados no «Principia», de Newton, onde eram deduzidas as leis da mecânica celeste e nas leis que Kepler equacionara para descrever o movimento dos planetas em torno do Sol, Edmond Halley determinou a trajectória do cometa e foi capaz de prever o seu regresso. Essa órbita é uma elíptica muito alongada e, contas feitas, o cometa regressaria dentro de 75 ou 76 anos. E regressou. O astrónomo já não pertencia ao número dos vivos, para poder presenciar e rejubilar-se com a sua extraordinária previsão, mas o seu nome ficou para sempre ligado à astronomia e o feito serviu de prova complementar às leis de Kepler e à revolucionário teoria da gravitação de Newton.
Mas nem por isso se esvaneceram as crenças nos maus augúrios trazidos pelos cometas.
Antes de Edmond Halley, em 66 d. C., segundo relatos ocidentais da época, o cometa permaneceu visível quase durante um ano, sobre Jerusalém e "parecia um sabre ameaçando a cidade". Esta passagem do Halley ficou associada à Guerra Judaica. Como se sabe, os romanos do tempo do imperador Vespasiano, cercaram Jerusalém em 70 d. C. e acabaram por tomar a cidade sitiada.
Em 1066, ano em que o cometa também reapareceu nos céus da Terra, é de lembrar o resultado da célebre batalha de Hastings, entre Normandos e Ingleses: para os Normandos ele ficou como um bom presságio, pois ganharam a guerra, enquanto que os Ingleses o amaldiçoaram...
Também uma situação semelhante aconteceu em 1910, aquando da implantação da República, em Portugal. Para os republicanos, o Halley tinha sido uma boa promessa; para os monárquicos, o anúncio duma grande desgraça...
É vasta a lista conhecida de desgraças e cataclismos atribuídas aos cometas, quer ao Halley, quer aos outros. Ainda em relação a este célebre "viajante interplanetário", lembremos Mehemed II e a queda de Constantinopla, em 1456. O responsável por essa calamidade, para os Cristãos e para toda a cristandade... fora o Halley, que, no entanto, só passou 3 anos depois!...
A última passagem do Halley, junto da Terra, verificou-se entre 1985 e 1986, como previsto. Mas as condições de visibilidade foram muito afectadas pela grande distância a que passou de nós, no seu caminho em direcção ao Sol, e também na sua rota de regresso aos confins do Sistema Solar. Na Europa, na maior parte do tempo ele aparecia-nos muito próximo da estrela, ao nascer ou por do Sol, sendo ofuscado pelo seu brilho. Mas no hemisfério austral – por exemplo, na África do Sul –, o Halley manteve-se muito tempo ao alto, no céu nocturno e foi possível observá-lo sem dificuldade. Esta última aparição do célebre cometa terá sido uma das mais pobres de toda a História.
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
Hitler e os discos voadores
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CRISE
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10-Madredeus,"Pomar das Laranjeiras".
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Madredeus
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Golfo do México
A maré negra no Golfo do México, que começou a 22 de Abril, aproxima-se de refúgios naturais para muitas espécies. A estação de reabilitação de vida selvagem, em Fort Jackson, no Louisiana, já começou a receber aves. fotos
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Nuvem de cinzas vulcânicas sobre Lisboa
Um total de 105 voos foi cancelado esta manhã nos aeroportos de Lisboa e do Porto, devido à nuvem de cinzas vulcânicas que obrigou ao encerramento de parte do espaço aéreo português, incluindo a região dos Açores.
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