Prestes a completar 102 anos, o realizador Manoel de Oliveira mostra na quinta-feira na Fundação de Serralves, no Porto, a curta-metragem que fez sobre os Painéis de São Vicente de Fora, encomendada por aquela instituição.
Painéis de São Vicente de Fora, visão poética foi rodado em 2009, mas só agora será exibido em Serralves, dando-se a «feliz coincidência» de acontecer poucos dias antes de Manoel de Oliveira celebrar, no sábado 102 anos, disse à Lusa fonte da instituição.
O filme é uma reflexão pessoal de Manoel de Oliveira sobre uma das obras-primas da pintura portuguesa século XVI, um políptico da autoria de Nuno Gonçalves.
O realizador rodou o filme no Museu Nacional de Arte Antiga, onde os painéis estão expostos, mas acrescentou-lhes vida, com atores a representarem algumas das figuras retratadas na pintura.
Manoel de Oliveira sempre disse que não tem medo da morte e que tem ainda muitos projectos a concretizar, fazendo jus ao título de mais velho realizador do mundo ainda em actividade.
Atualmente, está a trabalhar em pelo menos duas longas-metragens, em fase de financiamento, que deverão ser produzidas pela produtora O Som e a Fúria.
Lusa/SOL
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Herbie Hancock em Portugal
CD 1:
CD 2:
"The Imagine Project", nome do seu último álbum lançado em Junho deste ano para comemorar o seu septuagésimo aniversário, tem como objectivo, segundo o próprio, "passar uma mensagem de paz no mundo através da música".
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Reforma das leis laborais
O primeiro-ministro, José Sócrates, admitiu esta terça-feira uma reforma das leis laborais - tal como recomenda Bruxelas - mas remeteu para os «próximos dias» mais pormenores.
Questionado se admite ou não uma reforma das leis laborais, o primeiro-ministro começou dizer que há ainda «muitas ocasiões para falar disso», mas acabou por reconhecer que admite essa reforma.
Questionado se admite ou não uma reforma das leis laborais, o primeiro-ministro começou dizer que há ainda «muitas ocasiões para falar disso», mas acabou por reconhecer que admite essa reforma.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Amanhecer nas montanhas
Uma cadeia montanhosa, no Parque Nacional Banff, recebe os primeiros raios de Sol em Alberta. O parque nacional, o mais antigo do Canadá e o terceiro mais antigo do mundo, localiza-se nas Montanhas Rochosas. Tem 6.641 quilómetros quadrados.
Foto: Andy Clark/Reuters
Foto: Andy Clark/Reuters
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Hoje comemora-se o 1.º de Dezembro
Hoje comemora-se o 1.º de Dezembro, 366 anos da proclamação da Restauração da Independência.
A ideia de recuperar a independência era cada vez mais poderosa e a ela começaram a aderir todos os grupos sociais. Os Burgueses estavam muito desiludidos e empobrecidos com os ataques aos territórios portugueses e aos navios que transportavam os produtos que vinham dessas regiões. A concorrência dos Holandeses, Ingleses e Franceses diminuía-lhes o negócio e os lucros.
Os nobres descontentes viam os seus cargos ocupados pelos Espanhóis, tinham perdido privilégios, eram obrigados a alistar-se no exército espanhol e a suportar todas as despesas. Também eles empobreciam e era quase sempre desvalorizada a sua qualidade ou capacidade! A corte estava em Madrid e mesmo a principal gestão da governação do reino de Portugal, que era obrigatoriamente exigida de ser realizada "in loco", era entregue a nobres castelhanos e não portugueses. Estes últimos viram-se afastados da vida da corte e acabaram por se retirar para a província, onde viviam nos seus palácios ou casas senhoriais, para poderem sobreviver com alguma dignidade imposta pela sua classe social.
Portugal, na prática, era como se fosse uma província espanhola, governada de longe, sem qualquer preocupação com os interesses e necessidades das pessoas que cá viviam... Estas serviam para pagar impostos que ajudavam a custear as despesas do Império Espanhol que também já estava em declínio!
Foi então que um grupo de nobres - cerca de 40 (conjurados)- se começou a reunir, secretamente, procurando analisar a melhor forma de organizar uma revolta contra Filipe IV de Espanha. Uma revolta que pudesse ter êxito.
Apenas um nobre tinha todas as condições para ser reconhecido e aceite como candidato legítimo ao trono de Portugal. Era ele D. João, Duque de Bragança, neto de D. Catarina de Bragança, candidata ao trono, em 1580.
Em Espanha, o rei Filipe IV também enfrentava dificuldades: continuava em guerra com outros países; o descontentamento da população espanhola aumentava; rebentavam revoltas em várias regiões - a mais violenta, a revolta da Catalunha (1640), criou a oportunidade que os portugueses esperavam. O rei de Espanha, preocupado com a força desta, desviou para lá muitas tropas.
Faltava escolher o dia certo. Aproximava-se o Natal do ano 1640 e muita gente partiu para Espanha. Em Lisboa, ficaram a Duquesa de Mântua, espanhola e Vice-rei de Portugal (desde 1634), e o português seu Secretário de Estado, Miguel de Vasconcelos.
Os nobres revoltosos convenceram D. João de Bragança, que vivia no seu palácio de Vila Viçosa, a aderir à conspiração.
No dia 1 de Dezembro, desse ano, invadiram de surpresa o Palácio real (Paço da Ribeira), que estava no Terreiro do Paço, prenderam a Duquesa, obrigando-a a dar ordens às suas tropas para se renderem - e mataram Miguel de Vasconcelos.
Com o primeiro dos Filipes (I de Portugal, II de Espanha), não foi atingida de forma grave a autonomia política e administrativa do Reino de Portugal. Com Filipe III de Espanha, porém, começam os actos de desrespeito ao juramento de Filipe II em Tomar. Em 1610, surgiu um primeiro sinal de revolta portuguesa contra o centralismo castelhano, na recusa dos regimentos de Lisboa a obedecer ao marquês San-Germano que de Madrid fora enviado para comandar um exército português.
No início do reinado de Filipe III, ao estabelecer-se em Madrid a política centralista do Conde-duque de Olivares, o seu projecto visava a anulação da autonomia portuguesa, absorvendo por completo o reino de Portugal. Na Instrucción sobre el gobierno de España, que o Conde-Duque de Olivares apresentou ao rei Filipe IV, em 1625, tratava-se do planeamento e da execução da fase final da sua absorção, indicando três caminhos:
A reacção à política fiscal de Filipe IV vai tomar a dianteira no processo que conduz à Restauração de 1640. Logo em 1628, surge no Porto o "Motim das Maçarocas", contra o imposto do linho fiado. Mas vão ser as "Alterações de Évora", em Agosto de 1637, a abrir definitivamente o caminho à Revolução.
Nas "Alterações de Évora", o povo da cidade deixava de obedecer aos fidalgos e desrespeitava o arcebispo. A elevação do imposto do real de água e a sua generalização a todo o Reino de Portugal, bem como o aumento das antigas sisas, fez subir a indignação geral, explodindo em protestos e violências. O contágio do seu exemplo atingiu quase de imediato Sousel e Crato; depois, as revoltas propagaram-se a Santarém, Tancos, Abrantes, Vila Viçosa, Porto, Viana do Castelo, a várias vilas do Algarve, a Bragança e à Beira.
Em 7 de Junho de 1640 surgia também a revolta na Catalunha contra o centralismo do Conde-Duque de Olivares. O próprio Filipe IV manda apresentar-se em Madrid o duque de Bragança, para o acompanhar à Catalunha e cooperar no movimento de repressão a que ia proceder. O duque de Bragança recusou-se a obedecer a Filipe IV. Muitos nobres portugueses receberam semelhante convocatória, recusando-se também a obedecer a Madrid.
Sob o poder de Filipe III, o desrespeito pelo juramento de Tomar (1581) tinha-se tornado insuportável: nomeados nobres espanhóis para lugares de chefia militar em Portugal; feito o arrolamento militar para guerra da Catalunha; lançados novos impostos sem a autorização das Cortes. Isto enquanto a população empobrecia; os burgueses estavam afectados nos seus interesses comerciais; e o Império Português era ameaçado por ingleses e holandeses perante a impotência ou desinteresse da coroa filipina.
Portugal achava-se envolvido nas controvérsias europeias que a coroa filipina estava a atravessar, com muitos riscos para a manutenção dos territórios coloniais, com grandes perdas para os ingleses e, principalmente, para os holandeses em África (São Jorge da Mina, 1637), no Oriente (Ormuz, em 1622 e o Japão, em 1639) e fundamentalmente no Brasil (Salvador, Bahia, em 1624; Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Sergipe desde 1630).
Em 12 de Outubro de 1640, em casa de D. Antão de Almada, hoje Palácio da Independência, reuniram-se D. Miguel de Almeida, Francisco de Melo e seu irmão Jorge de Melo, Pedro de Mendonça Furtado, António de Saldanha e João Pinto Ribeiro. Decidiu-se então ir chamar o Duque de Bragança a Vila Viçosa para que este assumisse o seu dever de defesa da autonomia portuguesa, assumindo o Ceptro e a Coroa de Portugal.
No dia 1 de Dezembro do mesmo ano de 1640, eclodiu por fim em Lisboa a revolta, imediatamente apoiada por muitas comunidades urbanas e concelhos rurais de todo o país, levando à instauração no trono de Portugal da Casa de Bragança, dando o poder reinante a D. João IV.
O esforço nacional foi mantido durante vinte e oito anos, com o qual foi possível suster as sucessivas tentativas de invasão dos exércitos de Filipe III e vencê-los nas mais importantes batalhas em todas as frentes. No final foi feito um acordo de paz definitivo entre as partes, em 1668, assinalado oficialmente com o Tratado de Lisboa (1668). Esses anos foram bem sucedidos devido à conjugação de diversas vertentes como a coincidência das revoltas na Catalunha, os esforços diplomáticos da Inglaterra, França, Holanda e Roma, a reorganização do exército português, a reconstrução de fortalezas e a consolidação política e administrativa.
Paralelamente, entre 1641 e 1654, as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, de Angola e de São Tomé e Príncipe, restabelecendo o território ultramarino português e o respectivo poder atlântico, que a ele dizia respeito, anteriormente firmado antes do reino de Portugal estar sob o domínio filipino. No entanto, as perdas no Oriente tornaram-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse dos Habsburgo. Devido a estarem indisponíveis as mercadorias indianas, Portugal passou a obter a grande parte do seu lucro externo com a cana-de-açúcar e o ouro do Brasil.
wikipédia
A ideia de recuperar a independência era cada vez mais poderosa e a ela começaram a aderir todos os grupos sociais. Os Burgueses estavam muito desiludidos e empobrecidos com os ataques aos territórios portugueses e aos navios que transportavam os produtos que vinham dessas regiões. A concorrência dos Holandeses, Ingleses e Franceses diminuía-lhes o negócio e os lucros.
Os nobres descontentes viam os seus cargos ocupados pelos Espanhóis, tinham perdido privilégios, eram obrigados a alistar-se no exército espanhol e a suportar todas as despesas. Também eles empobreciam e era quase sempre desvalorizada a sua qualidade ou capacidade! A corte estava em Madrid e mesmo a principal gestão da governação do reino de Portugal, que era obrigatoriamente exigida de ser realizada "in loco", era entregue a nobres castelhanos e não portugueses. Estes últimos viram-se afastados da vida da corte e acabaram por se retirar para a província, onde viviam nos seus palácios ou casas senhoriais, para poderem sobreviver com alguma dignidade imposta pela sua classe social.
Portugal, na prática, era como se fosse uma província espanhola, governada de longe, sem qualquer preocupação com os interesses e necessidades das pessoas que cá viviam... Estas serviam para pagar impostos que ajudavam a custear as despesas do Império Espanhol que também já estava em declínio!
Foi então que um grupo de nobres - cerca de 40 (conjurados)- se começou a reunir, secretamente, procurando analisar a melhor forma de organizar uma revolta contra Filipe IV de Espanha. Uma revolta que pudesse ter êxito.
A revolta do 1º de Dezembro de 1640
Começava a organizar-se uma conspiração para derrubar os representantes do rei em Portugal. Sabiam já que teriam apoio do povo e também do clero.Apenas um nobre tinha todas as condições para ser reconhecido e aceite como candidato legítimo ao trono de Portugal. Era ele D. João, Duque de Bragança, neto de D. Catarina de Bragança, candidata ao trono, em 1580.
Em Espanha, o rei Filipe IV também enfrentava dificuldades: continuava em guerra com outros países; o descontentamento da população espanhola aumentava; rebentavam revoltas em várias regiões - a mais violenta, a revolta da Catalunha (1640), criou a oportunidade que os portugueses esperavam. O rei de Espanha, preocupado com a força desta, desviou para lá muitas tropas.
Faltava escolher o dia certo. Aproximava-se o Natal do ano 1640 e muita gente partiu para Espanha. Em Lisboa, ficaram a Duquesa de Mântua, espanhola e Vice-rei de Portugal (desde 1634), e o português seu Secretário de Estado, Miguel de Vasconcelos.
Os nobres revoltosos convenceram D. João de Bragança, que vivia no seu palácio de Vila Viçosa, a aderir à conspiração.
No dia 1 de Dezembro, desse ano, invadiram de surpresa o Palácio real (Paço da Ribeira), que estava no Terreiro do Paço, prenderam a Duquesa, obrigando-a a dar ordens às suas tropas para se renderem - e mataram Miguel de Vasconcelos.
Antecedentes
- D. Sebastião, um rei jovem e aventureiro, habituado a ouvir as façanhas das cruzadas e histórias de conquistas além-mar, quis conquistar o Norte de África em sua luta contra os mouros. Na batalha de Alcácer Quibir no Norte de África, os portugueses foram derrotados e D. Sebastião desapareceu. E os guerreiros diziam cada um a sua história. O desaparecimento de D. Sebastião (1557-1578) na batalha de Alcácer-Quibir, apesar da sucessão do Cardeal D. Henrique (1578-1580), deu origem a uma crise dinástica.
Com o primeiro dos Filipes (I de Portugal, II de Espanha), não foi atingida de forma grave a autonomia política e administrativa do Reino de Portugal. Com Filipe III de Espanha, porém, começam os actos de desrespeito ao juramento de Filipe II em Tomar. Em 1610, surgiu um primeiro sinal de revolta portuguesa contra o centralismo castelhano, na recusa dos regimentos de Lisboa a obedecer ao marquês San-Germano que de Madrid fora enviado para comandar um exército português.
No início do reinado de Filipe III, ao estabelecer-se em Madrid a política centralista do Conde-duque de Olivares, o seu projecto visava a anulação da autonomia portuguesa, absorvendo por completo o reino de Portugal. Na Instrucción sobre el gobierno de España, que o Conde-Duque de Olivares apresentou ao rei Filipe IV, em 1625, tratava-se do planeamento e da execução da fase final da sua absorção, indicando três caminhos:
- 1º - Realizar uma cuidadosa política de casamentos, para confundir e unificar os vassalos de Portugal e de Espanha;
- 2º - Ir o rei Filipe IV fazer corte temporária em Lisboa;
- 3º - Abandonar definitivamente a letra e o espírito dos capítulos das Cortes de Tomar (1581), que colocava na dependência do Governo autónomo de Portugal os portugueses admitidos nos cargos militares e administrativos do Reino e do Ultramar (Oriente, África e Brasil), passando estes a ser Vice-reis, Embaixadores e oficiais palatinos de Espanha.
A reacção à política fiscal de Filipe IV vai tomar a dianteira no processo que conduz à Restauração de 1640. Logo em 1628, surge no Porto o "Motim das Maçarocas", contra o imposto do linho fiado. Mas vão ser as "Alterações de Évora", em Agosto de 1637, a abrir definitivamente o caminho à Revolução.
Nas "Alterações de Évora", o povo da cidade deixava de obedecer aos fidalgos e desrespeitava o arcebispo. A elevação do imposto do real de água e a sua generalização a todo o Reino de Portugal, bem como o aumento das antigas sisas, fez subir a indignação geral, explodindo em protestos e violências. O contágio do seu exemplo atingiu quase de imediato Sousel e Crato; depois, as revoltas propagaram-se a Santarém, Tancos, Abrantes, Vila Viçosa, Porto, Viana do Castelo, a várias vilas do Algarve, a Bragança e à Beira.
Em 7 de Junho de 1640 surgia também a revolta na Catalunha contra o centralismo do Conde-Duque de Olivares. O próprio Filipe IV manda apresentar-se em Madrid o duque de Bragança, para o acompanhar à Catalunha e cooperar no movimento de repressão a que ia proceder. O duque de Bragança recusou-se a obedecer a Filipe IV. Muitos nobres portugueses receberam semelhante convocatória, recusando-se também a obedecer a Madrid.
Sob o poder de Filipe III, o desrespeito pelo juramento de Tomar (1581) tinha-se tornado insuportável: nomeados nobres espanhóis para lugares de chefia militar em Portugal; feito o arrolamento militar para guerra da Catalunha; lançados novos impostos sem a autorização das Cortes. Isto enquanto a população empobrecia; os burgueses estavam afectados nos seus interesses comerciais; e o Império Português era ameaçado por ingleses e holandeses perante a impotência ou desinteresse da coroa filipina.
Portugal achava-se envolvido nas controvérsias europeias que a coroa filipina estava a atravessar, com muitos riscos para a manutenção dos territórios coloniais, com grandes perdas para os ingleses e, principalmente, para os holandeses em África (São Jorge da Mina, 1637), no Oriente (Ormuz, em 1622 e o Japão, em 1639) e fundamentalmente no Brasil (Salvador, Bahia, em 1624; Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Sergipe desde 1630).
Em 12 de Outubro de 1640, em casa de D. Antão de Almada, hoje Palácio da Independência, reuniram-se D. Miguel de Almeida, Francisco de Melo e seu irmão Jorge de Melo, Pedro de Mendonça Furtado, António de Saldanha e João Pinto Ribeiro. Decidiu-se então ir chamar o Duque de Bragança a Vila Viçosa para que este assumisse o seu dever de defesa da autonomia portuguesa, assumindo o Ceptro e a Coroa de Portugal.
No dia 1 de Dezembro do mesmo ano de 1640, eclodiu por fim em Lisboa a revolta, imediatamente apoiada por muitas comunidades urbanas e concelhos rurais de todo o país, levando à instauração no trono de Portugal da Casa de Bragança, dando o poder reinante a D. João IV.
Guerra da Restauação
Finalmente, um sentimento profundo de autonomia estava a crescer e foi consumado na revolta de 1640, na qual um grupo de conspiradores da nobreza aclamou o duque de Bragança como Rei de Portugal, com o título de D. João IV (1640-1656), dando início à quarta Dinastia – Dinastia de Bragança.O esforço nacional foi mantido durante vinte e oito anos, com o qual foi possível suster as sucessivas tentativas de invasão dos exércitos de Filipe III e vencê-los nas mais importantes batalhas em todas as frentes. No final foi feito um acordo de paz definitivo entre as partes, em 1668, assinalado oficialmente com o Tratado de Lisboa (1668). Esses anos foram bem sucedidos devido à conjugação de diversas vertentes como a coincidência das revoltas na Catalunha, os esforços diplomáticos da Inglaterra, França, Holanda e Roma, a reorganização do exército português, a reconstrução de fortalezas e a consolidação política e administrativa.
Paralelamente, entre 1641 e 1654, as tropas portuguesas conseguiram expulsar os holandeses do Brasil, de Angola e de São Tomé e Príncipe, restabelecendo o território ultramarino português e o respectivo poder atlântico, que a ele dizia respeito, anteriormente firmado antes do reino de Portugal estar sob o domínio filipino. No entanto, as perdas no Oriente tornaram-se irreversíveis e Ceuta ficaria na posse dos Habsburgo. Devido a estarem indisponíveis as mercadorias indianas, Portugal passou a obter a grande parte do seu lucro externo com a cana-de-açúcar e o ouro do Brasil.
wikipédia
sábado, 27 de novembro de 2010
Depois
Sinto que se me foge a vida,
Como a água por entre dedos,
Dessa fonte onde faleceu a sede,
Um dia na infância perdida!
Vejo um lago sem margem,
Neste deserto de areias feias,
Onde a voz rouca da alegria,
Não passa, agora, de vã miragem.
Por entre ventos de rajada,
Murmúrios e langores,
Vozes de cana rachada,
Gritam ritmos de tambores.
Ficamos pois nós dois,
Ferozmente solitários,
À espera de um depois,
Ou talvez mesmo vários,
Onde haveremos de chegar,
Se bebermos dessa fonte,
Que havemos de encontrar,
Do outro lado desta ponte!
Como a água por entre dedos,
Dessa fonte onde faleceu a sede,
Um dia na infância perdida!
Vejo um lago sem margem,
Neste deserto de areias feias,
Onde a voz rouca da alegria,
Não passa, agora, de vã miragem.
Por entre ventos de rajada,
Murmúrios e langores,
Vozes de cana rachada,
Gritam ritmos de tambores.
Ficamos pois nós dois,
Ferozmente solitários,
À espera de um depois,
Ou talvez mesmo vários,
Onde haveremos de chegar,
Se bebermos dessa fonte,
Que havemos de encontrar,
Do outro lado desta ponte!
Leonel Auxiliar
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Aminatu Haidar apela a Portugal para salvar milhares de pessoas
Aminatu Haidar, uma activista pelos Direitos do Homem que defende a independência do Saara Ocidental e que ficou mais conhecida quando, há cerca de um ano, fez uma greve de fome no aeroporto de Lanzarote, nas Ilhas Canárias, encontra-se em Portugal, no dia em que está previsto o arranque das negociações entre Marrocos e a Frente Polisário em Nova Iorque, sob a bênção da ONU.
tsf
domingo, 7 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
EXPO 2010 Prémio para Portugal
O prémio foi atribuído «pelo uso inteligente de materiais recicláveis e amigos do ambiente, o que tem a ver com a mensagem que queríamos transmitir aqui e com o tema da Expo2010, Better City, Better Life (Melhores Cidades, Maior Qualidade de Vida)».
Em termos de design, Portugal ficou em primeiro lugar no grupo dos 42 países com pavilhões construídos pelos organizadores e depois alugados ou construídos pelos participantes mas com áreas inferiores a 2000 metros quadrados, entre os quais Brasil, Turquia, República Checa e Angola.
A distinção do pavilhão português representa também o triunfo da cortiça, uma matéria-prima quase desconhecida na China.
Em termos de design, Portugal ficou em primeiro lugar no grupo dos 42 países com pavilhões construídos pelos organizadores e depois alugados ou construídos pelos participantes mas com áreas inferiores a 2000 metros quadrados, entre os quais Brasil, Turquia, República Checa e Angola.
A distinção do pavilhão português representa também o triunfo da cortiça, uma matéria-prima quase desconhecida na China.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Primeira mulher presidente do Brasil
Dilma Rousseff foi ontem eleita presidente do Brasil, batendo José Serra na segunda volta das eleições. A candidata pelo Partido dos Trabalhadores (PT) arrecadou 56,05% dos votos, contra 43,95% do rival do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Esta diferença equivale, grosso modo, a doze milhões de votos. Mas a diferença é muito menos expressiva que aquela que era apontada pela maioria das sondagens e inferior às projecções à boca das urnas, divulgadas pelo Ibope e pelo Datafolha: ambos davam mais de 57% à nova presidente do Brasil.
sábado, 30 de outubro de 2010
HORA DE INVERNO
Os ponteiros dos relógios vão recuar uma hora na próxima madrugada, dando início ao horário de Inverno, que se prolongará até Março de 2011.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
radiohead
Será que existe um DVD dos Radiohead com um som excelente e com o vídeo filmado pelo público, cuja distribuição é gratuita e autorizada pela banda?
Sim existe. E será que está disponível para download?
Sim, radiohead-prague Download
Sim existe. E será que está disponível para download?
Sim, radiohead-prague Download
domingo, 10 de outubro de 2010
10-10-10
O número 10 sempre foi encarado como número mágico, rodeado de um qualquer sortilégio associado à Natureza.
Pitágoras (séc. V a.C.), na sua numerologia, associava ao número 10 propriedades geométricas e aritméticas muito curiosas. O número 10 era a soma de 1+2+3+4, os quatro primeiros números inteiros, formando a figura geométrica de um triângulo equilátero: 4 elementos de cada lado e todos os lados iguais . Chamava-se por isso Tetraktys da Década. Dela se podem obter, além do triângulo propriamente dito, uma circunfrência, um hexágono, etc.
A magia do número 10 advinha pois destas propriedades únicas, assumindo um carácter divino para os pitagóricos; e há outras razões na Natureza que pesam neste simbolismo: os humanos possuem dez dedos das mãos, dez dedos nos pés e dez orifícios no corpo...
Ainda hoje o número 10 funciona como base dos sistemas numéricos 'naturais', quer seja na aritmética, nos pesos e medidas, ou no dinheiro. Se é ou não uma coincidência com os nossos dedos das mãos, não sei, mas sabemos que é pelos dedos que as crianças aprendem a contar e as mãos foram, desde os tempos mais remotos da história da humanidade, a sua primeira ferramenta de expressão e cálculo.
Uma coincidência como a da data de hoje, 10-10-10, só se repetirá a 11-11-11 e depois a 12-12-12. Este último soma 36, que multiplicado por 10 dá 360 (graus)!
peroladecultura.blogspot.com
sábado, 9 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Negócio em tempo de crise
A empresa alemã styleyourgarage cria cartazes para portas de garagem de forma que parece que elas estão realmente a mostrar o seu interior e o que está dentro dele. Os motivos variam entre carros e barcos, passando por aviões e, até, tanques de guerra.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Centro Champalimaud para o Desconhecido
Em testamento António Champalimaud doou um terço da sua fortuna, 500 milhões de euros, para a criação de uma fundação na área da saúde. Seis após a sua morte, nasce à beira Tejo um dos “melhores espaços de investigação de doenças cancerígenas no mundo”.
O Centro Champalimaud para o Desconhecido está “implantado na zona ribeirinha de Pedrouços. É um local privilegiado de onde os navegadores portugueses partiram há cinco séculos em busca do ‘desconhecido’. A presença de um centro de investigação científica de excelência e de reputação internacional alavanca o legado histórico desta zona e estabelece uma ponte inspiradora entre as “Descobertas” e a descoberta científica”, refere o “site” da Fundação Champalimaud.
Já os dois pisos superiores são destinados à investigação. Raghu Kalluri revelou ao jornal “Público” que os médicos contratados “vão ter 50% do seu tempo dedicado à investigação. Vão poder fazer investigação básica no laboratório, estudar a epidemiologia de um cancro, os tratamentos, os resultados clínicos, fazer ensaios clínicos de novos medicamentos”. Raghu Kalluri afirmou ainda que o centro quer ser “reconhecido como um dos melhores sítios do mundo para a investigação na área das metástases”.
O Centro Champalimaud para o Desconhecido terá “500 investigadores a trabalhar lado a lado com 100 médicos, lidando com cerca de 300 pacientes por dia”. Esta aproximação da investigação às práticas terapêuticas será, segundo o próprio Centro, algo “único” e “aplaudido por outros cientistas”.
O Centro Champalimaud para o Desconhecido está “implantado na zona ribeirinha de Pedrouços. É um local privilegiado de onde os navegadores portugueses partiram há cinco séculos em busca do ‘desconhecido’. A presença de um centro de investigação científica de excelência e de reputação internacional alavanca o legado histórico desta zona e estabelece uma ponte inspiradora entre as “Descobertas” e a descoberta científica”, refere o “site” da Fundação Champalimaud.
Já os dois pisos superiores são destinados à investigação. Raghu Kalluri revelou ao jornal “Público” que os médicos contratados “vão ter 50% do seu tempo dedicado à investigação. Vão poder fazer investigação básica no laboratório, estudar a epidemiologia de um cancro, os tratamentos, os resultados clínicos, fazer ensaios clínicos de novos medicamentos”. Raghu Kalluri afirmou ainda que o centro quer ser “reconhecido como um dos melhores sítios do mundo para a investigação na área das metástases”.
O Centro Champalimaud para o Desconhecido terá “500 investigadores a trabalhar lado a lado com 100 médicos, lidando com cerca de 300 pacientes por dia”. Esta aproximação da investigação às práticas terapêuticas será, segundo o próprio Centro, algo “único” e “aplaudido por outros cientistas”.
domingo, 3 de outubro de 2010
Lisboa eleita o melhor destino na Europa
A cidade de Lisboa foi considerada o “Melhor Destino” europeu para a City Breaks. Uma distinção que conquista pelo segundo ano consecutivo nos prémios “World Travel Awards”.
Estes são os mais prestigiados prémios de turismo a nível mundial.
Lisboa superou outras dez cidades europeias como Londres, Madrid, Paris, Praga, Roma ou Veneza.
Para além do 1.º lugar como Melhor Destino para City Breaks na Europa, Lisboa está também nomeada em três outras categorias a nível mundial:
- Para “Melhor Destino do Mundo“, que disputa com 16 outros finalistas, entre os quais se contam Londres, Maldivas, Nova Iorque, Rio de Janeiro e Sidney.
- Para “Melhor Destino de Cruzeiros do Mundo“, onde estão mais 11 candidatos, nomeadamente, as Bahamas, Copenhaga, Istambul, Miami, Xangai e Estocolmo.
- Para “Melhor Porto de Cruzeiros do Mundo“, para onde estão nomeados 12 portos, entre os quais se contam os da Cidade do Cabo, Copenhaga, Port Victoria, Rio de Janeiro e Sharm El Sheikh.
Os premiados da 17ª edição dos World Travel Awards a nível mundial serão conhecidos no dia 7 de Novembro, em Londres.farol da nossa terra
Estes são os mais prestigiados prémios de turismo a nível mundial.
Lisboa superou outras dez cidades europeias como Londres, Madrid, Paris, Praga, Roma ou Veneza.
Para além do 1.º lugar como Melhor Destino para City Breaks na Europa, Lisboa está também nomeada em três outras categorias a nível mundial:
- Para “Melhor Destino do Mundo“, que disputa com 16 outros finalistas, entre os quais se contam Londres, Maldivas, Nova Iorque, Rio de Janeiro e Sidney.
- Para “Melhor Destino de Cruzeiros do Mundo“, onde estão mais 11 candidatos, nomeadamente, as Bahamas, Copenhaga, Istambul, Miami, Xangai e Estocolmo.
- Para “Melhor Porto de Cruzeiros do Mundo“, para onde estão nomeados 12 portos, entre os quais se contam os da Cidade do Cabo, Copenhaga, Port Victoria, Rio de Janeiro e Sharm El Sheikh.
Os premiados da 17ª edição dos World Travel Awards a nível mundial serão conhecidos no dia 7 de Novembro, em Londres.farol da nossa terra
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
E agora?
«Portugal manteve a sua posição relativa no mundo, e nomeadamente na Europa: continuamos no pelotão dos mais atrasados, dos mais periféricos, dos mais aflitos. Não progredimos suficientemente mais do que os outros, como precisávamos de fazer para alterar a nossa posição no conjunto dos países. E, na última década, foi mesmo o contrário que aconteceu.»
Manuel Maria Carrilho, E agora? - Por uma nova República
domingo, 19 de setembro de 2010
Santa Comba Dão,20 de Setembro de 1810
"Foi esta ponte cortada em 20 de Setembro de 1810 pela invasão do exército francez commandado por Massena foram reedificadas as suas ruínas e de novo feitas estas cortina dos lados e a estrada e calçada da parte sul mediante o paternal desvelo do excelso imperador e rei o senhor D. João VI em 1825 e gastarão se 3:898$055 anno domini MDCCCXXV."
OS LOUCOS DA SEMANA
«O país vai cada vez mais depressa a caminho de um desastre. Mas vai sem a identificação dos culpados. Tudo se passa como se o destino nos levasse para o fundo contra a vontade de toda a gente. O que não é manifestamente verdade. A lista dos loucos da semana - e só desta semana - chega para mostrar a nossa complacência com a irresponsabilidade, o erro e o delírio. José Sócrates - A dívida pública aumentou 14,2 mil milhões de euros do princípio de Janeiro ao fim de Agosto. A dívida directa líquida do Estado está hoje em 147 mil milhões de euros, 90 por cento do PIB (quando devia ser no máximo de 60 por cento). O défice excedeu no segundo trimestre em 6,2 por cento o défice do ano passado e o volume previsto no Orçamento (quando devia diminuir). Os peritos falam em recessão e numa intervenção iminente do Fundo Monetário Internacional. Angela Merkel prometeu sanções. O sr. primeiro-ministro (onde foram descobrir este homem?) mandou um secretário de Estado garantir à populaça que as coisas correm lindamente. E anda, entretanto, em campanha eleitoral, como campeão do "Estado social", para que não tem, ou terá, dinheiro. Pedro Passos Coelho - A Constituição da República, por obra da esquerda (sempre lúcida) e em particular por obra do ilustríssimo dr. Cunhal, é programática e deve ser revista. Acontece que a revisão não é uma prioridade, excepto para o sr. Pedro Passos Coelho, que não consegue perceber a evidência, mesmo se tropeça nela. Desviar Portugal para uma questão neste momento frívola e teórica (e descer nas sondagens) não o incomoda. Consta que o eng. Ângelo Correia (onde foram descobrir este homem?) o aconselha e o aprova. Alegremente, o suicídio do PSD continua. Ribeiro e Castro - Quem convenceu esta soturna mediocridade que alguém o queria para Presidente? Se por acaso, num espasmo de loucura, a que frequentemente é sujeito, Portugal lhe desse meia dúzia de votos, dividindo a direita, metade da população fugia a nado para Marrocos. Não se compreende como Paulo Portas não lhe aplicou ainda uma urgente e necessária martelada. Deputados do PS, PSD e CDS - Anteontem, os deputados do PS, do PSD e do CDS recusaram condenar Sarkozy pela expulsão dos ciganos. Não vale a pena comentar. A Assembleia da República é hoje o centro da desvergonha nacional. Merecia que a deportassem para a Bulgária.»
Vasco Pulido Valente, Público
portugaldospequeninos
Vasco Pulido Valente, Público
portugaldospequeninos
Conservatório de Música de Coimbra começa o ano a funcionar em casa nova e definitiva
O estabelecimento esperou 25 anos por instalações que o seu director considera "um palácio". Este será o segundo conservatório do país com formação na área da dança.
sábado, 18 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
Comemorações dos 200 anos da Batalha do Bussaco
A Batalha do Bussaco está a marcar o calendário cultural do concelho da Mealhada. No bicentenário desta importante batalha histórica, a Câmara Municipal da Mealhada preparou um programa de comemorações que se estende até ao final do ano e inclui várias exposições, concertos, lançamento de livros, de selos e de um carimbo comemorativo, cerimónias militares, uma recriação histórica da Batalha do Bussaco e um Congresso Internacional.
As comemorações dos 200 anos da Batalha do Bussaco arrancaram a 12 de Junho com uma exposição evocativa da data e o lançamento de dois livros sobre a temática, prosseguiram com um concerto da Banda Sinfónica do Exército e seguem, agora, com muitas outras iniciativas. O programa, que tem vindo a ser elaborado pela Câmara da Mealhada, em colaboração com o Estado Maior do Exército, a Academia Portuguesa de História, a Associação Napoleónica Portuguesa, a Fundação Mata do Buçaco e algumas associações locais, ainda nem está fechado e já conta com acções até ao final do ano.
Confirmada está já a recriação histórica da Batalha do Buçaco, nos dias 25 e 26 de Setembro. Uma iniciativa que conta com cerca de 200 recriadores de associações napoleónicas de vários países e que se divide em dois momentos: no dia 25, está marcado um desfile pela Av. Emídio Navarro, no Luso, às 15h45, ao qual se seguirá uma escaramuça junto ao monumento da batalha, pelas 18h30; já no dia 26, será possível assistir à recriação da Batalha do Bussaco, pelas 11h, junto às portas do Sula (onde se realiza a feira).
O Congresso Internacional sobre a Batalha do Bussaco está também confirmado para os dias 29, 30 e 31 de Outubro no Cine-Teatro Municipal Messias. Uma iniciativa que terá um preço simbólico (as inscrições ainda não estão a decorrer) e que engloba uma série de outras acções, como um percurso nocturno de recriação da Via Sacra pelos Monges Carmelitas, um concerto de Vox Angelis intitulado “Lamento em Memória das Vítimas da Batalha do Bussaco” e uma visita guiada dos congressistas ao Bussaco.
A programação não se esgota aqui. Pelo meio, está já confirmada a exposição de fotografia “O(s) Rosto(s) da Batalha”, do Coronel Ribeiro de Faria, de 11 a 30 de Setembro, o lançamento de um livro de Banda Desenhada sobre a temática, da autoria de José Pires, também no dia 11 de Setembro e a apresentação dos selos e do carimbo comemorativo no dia 27 de Setembro, pelas 18h, sendo que todas estas iniciativas decorrem no Convento de Santa Cruz do Bussaco.
O programa conta ainda com as cerimónias militares e protocolares do Exército Português no dia 25 de Setembro e com mais outras duas mostras sobre a Guerra Peninsular na sua generalidade. Um calendário rico em iniciativas, que pretende assinalar da forma mais nobre um acontecimento que não marcou só a História de Portugal, mas as gentes do concelho da Mealhada e de toda a região.
“Só daqui a 100 anos se comemorará o terceiro centenário, portanto esta data tem de ser devidamente assinalada. O 27 de Setembro de 1810 é uma data inesquecível para nós. Não há ninguém do concelho que não saiba o que ela representou”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal da Mealhada, a propósito desta aposta da autarquia no programa de comemorações dos 200 anos de tão importante batalha da História Universal.
As comemorações dos 200 anos da Batalha do Bussaco arrancaram a 12 de Junho com uma exposição evocativa da data e o lançamento de dois livros sobre a temática, prosseguiram com um concerto da Banda Sinfónica do Exército e seguem, agora, com muitas outras iniciativas. O programa, que tem vindo a ser elaborado pela Câmara da Mealhada, em colaboração com o Estado Maior do Exército, a Academia Portuguesa de História, a Associação Napoleónica Portuguesa, a Fundação Mata do Buçaco e algumas associações locais, ainda nem está fechado e já conta com acções até ao final do ano.
Confirmada está já a recriação histórica da Batalha do Buçaco, nos dias 25 e 26 de Setembro. Uma iniciativa que conta com cerca de 200 recriadores de associações napoleónicas de vários países e que se divide em dois momentos: no dia 25, está marcado um desfile pela Av. Emídio Navarro, no Luso, às 15h45, ao qual se seguirá uma escaramuça junto ao monumento da batalha, pelas 18h30; já no dia 26, será possível assistir à recriação da Batalha do Bussaco, pelas 11h, junto às portas do Sula (onde se realiza a feira).
O Congresso Internacional sobre a Batalha do Bussaco está também confirmado para os dias 29, 30 e 31 de Outubro no Cine-Teatro Municipal Messias. Uma iniciativa que terá um preço simbólico (as inscrições ainda não estão a decorrer) e que engloba uma série de outras acções, como um percurso nocturno de recriação da Via Sacra pelos Monges Carmelitas, um concerto de Vox Angelis intitulado “Lamento em Memória das Vítimas da Batalha do Bussaco” e uma visita guiada dos congressistas ao Bussaco.
A programação não se esgota aqui. Pelo meio, está já confirmada a exposição de fotografia “O(s) Rosto(s) da Batalha”, do Coronel Ribeiro de Faria, de 11 a 30 de Setembro, o lançamento de um livro de Banda Desenhada sobre a temática, da autoria de José Pires, também no dia 11 de Setembro e a apresentação dos selos e do carimbo comemorativo no dia 27 de Setembro, pelas 18h, sendo que todas estas iniciativas decorrem no Convento de Santa Cruz do Bussaco.
O programa conta ainda com as cerimónias militares e protocolares do Exército Português no dia 25 de Setembro e com mais outras duas mostras sobre a Guerra Peninsular na sua generalidade. Um calendário rico em iniciativas, que pretende assinalar da forma mais nobre um acontecimento que não marcou só a História de Portugal, mas as gentes do concelho da Mealhada e de toda a região.
“Só daqui a 100 anos se comemorará o terceiro centenário, portanto esta data tem de ser devidamente assinalada. O 27 de Setembro de 1810 é uma data inesquecível para nós. Não há ninguém do concelho que não saiba o que ela representou”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal da Mealhada, a propósito desta aposta da autarquia no programa de comemorações dos 200 anos de tão importante batalha da História Universal.
Santacombadense José Calado sagrou-se Campeão Europeu de Pesca Desportiva
Realizou-se em Coruche, no rio Sorraia, nos dias 4 e 5 de Setembro, o 16.º Campeonato da Europa de Pesca Desportiva.
A prova contou com a presença das principais Selecções dominantes no panorama internacional, nomeadamente Inglaterra, Itália, Hungria e França, as quais não facilitaram a vida à Selecção Nacional.
Dos seis atletas que compõem a Selecção Portuguesa, dois são da Associação de Pesca Vega de Santa Comba Dão, José Calado e Márcio Gaio, este natural de Gondomar.
Até à realização deste 16.º Campeonato Europeu e 57.º Campeonato Mundial, Portugal nunca tinha conseguido uma vitória por Nações no seu historial. O melhor resultado conseguido foi no ano de 2002 em Coimbra, ano em que se sagrou Vice-Campeão do Mundo e em que José Calado também participou.
Com esta vitória, José Calado conseguiu finalmente quebrar o enguiço após a participação em 9 Mundiais de Nações, 7 Campeonatos do Mundo de Clubes e 8 Campeonatos da Europa, acumulando um título de Campeão do Mundo em 2005, dois títulos de Vice-Campeão do Mundo em 2002 e 2008 e agora o título de Campeão Europeu.
Nesta prova, que contou com a presença de 102 atletas, as principais técnicas de pesca praticadas foram a “Inglesa”, em que se utilizam canas curtas com passadores e recurso a carreto, que permite a pesca a grandes distâncias, e a “Roubassienne ou Francesa”, que recorre à utilização de canas de carbono com um comprimento máximo de 13 metros e com pesos inferiores a 1kg.
Os pesos médios das capturas foram na ordem dos 2.2Kg e, como curiosidade, todo o peixe capturado foi mantido dentro de água numa manga de rede especial com um comprimento mínimo de 3 metros para que se mantivessem vivos durante as 3 horas de prova. No final da prova procedeu-se à pesagem e todo o peixe foi imediatamente devolvido à água vivo e em perfeitas condições de sobrevivência.
Foram capturados 3.846 exemplares, totalizando um peso de 373,43 Kg.
Classificação Final:
1.º Portugal 30 Pts,
2.º Inglaterra 32 Pts,
3.º Itália 45 Pts,
4.º Espanha 61 Pts.
Farol da nossa terra
A prova contou com a presença das principais Selecções dominantes no panorama internacional, nomeadamente Inglaterra, Itália, Hungria e França, as quais não facilitaram a vida à Selecção Nacional.
Dos seis atletas que compõem a Selecção Portuguesa, dois são da Associação de Pesca Vega de Santa Comba Dão, José Calado e Márcio Gaio, este natural de Gondomar.
Até à realização deste 16.º Campeonato Europeu e 57.º Campeonato Mundial, Portugal nunca tinha conseguido uma vitória por Nações no seu historial. O melhor resultado conseguido foi no ano de 2002 em Coimbra, ano em que se sagrou Vice-Campeão do Mundo e em que José Calado também participou.
Com esta vitória, José Calado conseguiu finalmente quebrar o enguiço após a participação em 9 Mundiais de Nações, 7 Campeonatos do Mundo de Clubes e 8 Campeonatos da Europa, acumulando um título de Campeão do Mundo em 2005, dois títulos de Vice-Campeão do Mundo em 2002 e 2008 e agora o título de Campeão Europeu.
Nesta prova, que contou com a presença de 102 atletas, as principais técnicas de pesca praticadas foram a “Inglesa”, em que se utilizam canas curtas com passadores e recurso a carreto, que permite a pesca a grandes distâncias, e a “Roubassienne ou Francesa”, que recorre à utilização de canas de carbono com um comprimento máximo de 13 metros e com pesos inferiores a 1kg.
Os pesos médios das capturas foram na ordem dos 2.2Kg e, como curiosidade, todo o peixe capturado foi mantido dentro de água numa manga de rede especial com um comprimento mínimo de 3 metros para que se mantivessem vivos durante as 3 horas de prova. No final da prova procedeu-se à pesagem e todo o peixe foi imediatamente devolvido à água vivo e em perfeitas condições de sobrevivência.
Foram capturados 3.846 exemplares, totalizando um peso de 373,43 Kg.
Classificação Final:
1.º Portugal 30 Pts,
2.º Inglaterra 32 Pts,
3.º Itália 45 Pts,
4.º Espanha 61 Pts.
Farol da nossa terra
DESPEDIMENTOS POR SMS, UMA VERGONHA NACIONAL
Só neste país onde o patrão faz o que quer, podem acontecer situações destas. Um novo-rico dos muitos que por ai proliferam e contribuem para os quase 700 mil desempregados, teve esta ideia original, que eu chamaria de cobarde, avisou os seus operários que ia encerrar a fábrica através de mensagem SMS.
O que lhe falta em coragem sobra-lhe em cobardia. As causas para que tal acontecesse não me interessam muito, ou seja, segundo as operárias, trabalho não faltava, encomendas muito menos, prova que a empresa ia no bom caminho. Se o senhor a geria mal, é incompetência, se é incompetente nunca poderia ser "empresário" e aqui, o sistema actual tem muitas culpas neste cartório, ou seja, qualquer bichocareta é patrão, quer ter satatus, quer ser "empresário", quer mandar, ter bons pópós, tudo à custa de quem trabalha e se sacrifica pela empresa, muitas vezes pondo esta acima da própria família, tentando que a dita não encerre, fazendo sacrifícios de vária ordem (abdicando de aumentos salariais, subsídios vários, fazendo horas extra sem a devida compensação, etc.), enquanto o patrão se pavoneia em orgias várias, sempre e sempre à conta do operário. Num país onde isto acontece é um país de mentira, de ignorância e de sacanas. São os defensores desta gente que querem retirar da Constituição da Republica o Artigo 61º - Nº-2 e 5, entre outros. ferroadas
O que lhe falta em coragem sobra-lhe em cobardia. As causas para que tal acontecesse não me interessam muito, ou seja, segundo as operárias, trabalho não faltava, encomendas muito menos, prova que a empresa ia no bom caminho. Se o senhor a geria mal, é incompetência, se é incompetente nunca poderia ser "empresário" e aqui, o sistema actual tem muitas culpas neste cartório, ou seja, qualquer bichocareta é patrão, quer ter satatus, quer ser "empresário", quer mandar, ter bons pópós, tudo à custa de quem trabalha e se sacrifica pela empresa, muitas vezes pondo esta acima da própria família, tentando que a dita não encerre, fazendo sacrifícios de vária ordem (abdicando de aumentos salariais, subsídios vários, fazendo horas extra sem a devida compensação, etc.), enquanto o patrão se pavoneia em orgias várias, sempre e sempre à conta do operário. Num país onde isto acontece é um país de mentira, de ignorância e de sacanas. São os defensores desta gente que querem retirar da Constituição da Republica o Artigo 61º - Nº-2 e 5, entre outros. ferroadas
domingo, 5 de setembro de 2010
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