sexta-feira, 31 de julho de 2009
7 Maravilhas da Natureza já podem ser votadas… sem Douro entre finalistas
A única presença lusa entre os 77 semifinalistas acabou por ficar para trás e o vale do rio Douro não integra a lista final de candidatas ao título de Nova Maravilha da Natureza. Mas, o Douro mantém-se na lista de reserva e ainda se pode continuar a apoiar a região, por voto telefónico (no caso: +41 77312 4041 9916), durante os próximos dois anos. No caso de existir alguma eliminação das finalistas, então será rebuscada a candidata da lista de reserva com mais votos.Mas, para já, há 28 finalistas e a votação, online ou por telefone, já abriu. Agora é só escolher entre a Amazónia, as Cataratas do Iguaçu (Argentina, Brasil), a Floresta Negra (Alemanha - na foto), Galápagos (Equador), o Grand Canyon (EUA), a Grande Barreira de Coral (Austrália e Papua Nova Guiné), a Gruta de Jeita (Líbano), o Kilimanjaro (Tânzania), o Mar Morto (vários), o Salto do Anjo (Venezuela), Vesúvio (Itália) ou os Vulcões de Lama (Azerbaijão), entre outras 16. As Novas 7 Maravilhas da Natureza só serão conhecidas em 2011.Para espreitar o vale do rio Douro e toda a sua vertente vinícola, deixe-se guiar pelas imagens de Nelson Garrido.
Pró bueiro
Sócrates rapidamente deixou cair umas das pré-anunciadas «bandeiras» da próxima legislatura: o referendo à regionalização. Já não consta do programa eleitoral.Sabendo-se igualmente da aversão da actual líder do PSD pelo assunto e a sua conhecida genética centralista, o eleitorado em Setembro próximo não terá efectiva opção por projectos políticos que pretendam desatar o nó cego que é o actual estado do Estado e o seu ralo que tudo suga e seca.
Rupa and the April Fishes
Faleceu Bobby Robson, antigo treinador do Sporting e do FC Porto
Sir Bobby Robson, lenda do futebol e antigo treinador do Sporting e FC Porto, morreu aos 76 anos, depois de uma longa batalha contra o cancro. A notícia foi divulgada esta sexta-feira. Sir Bobby Robson era considerado como um dos melhores e mais carismáticos treinadores de futebol do mundo.Bobby Robson «perdeu a sua longa e corajosa batalha contra o cancro e morreu, em paz, na manhã de hoje, na sua casa do condado de Durham, com a mulher e a família ao seu lado», pode ler-se no comunicado da família.
Bobby Robson, que enquanto futebolista representou a selecção inglesa nos Mundiais de 1958 e 1962, sofria de uma doença cancerígena e já tinha sido submetido a cinco operações.
Lembrado por muitos como um dos melhores e mais carismáticos treinadores de futebol, Sir Bobby Robson deixa um currículo impressionante.
A nível de selecções, o seu trabalho será recordado por ter levado a selecção inglesa à semi-final do Mundial de 1990.
A nível de clubes, Robson deu nas vistas ao vencer Taça da Liga Inglesa e a Taça UEFA pelo Ipswich, onde permaneceu 13 anos.
Seguiram-se o PSV Eindhoven, o Sporting Club de Portugal, o FC Porto - clube ao serviço do qual conquistou dois campeonatos e um taça de Portugal - e Barcelona, antes de terminar a carreira no Newcastle em 2004.
Reservas de pesca podem ser recuperadas
As tradicionais zonas de pesca do planeta estão em risco de colapso no prazo de poucas décadas, como alertam há anos os cientistas. Um grupo alargado de investigadores de vários países veio agora mostrar que isso pode ser evitado se as autoridades regularem de forma adequada a gestão da pesca comercial.Este é o resultado de uma investigação publicada hoje na revista Science por uma equipa coordenada por Boris Worm, da universidade canadiana de Dalhousie.
De acordo com os autores, 63% das reservas estimadas de peixe no mundo necessitam de ser reconstituídas para se evitar o desaparecimento das espécies vulneráveis.
"Em todas as regiões constatamos uma tendência inquietante para uma perda crescente dos stock", afirmou Boris Worm, sublinhando, no entanto, que o estudo da sua equipa "mostra que os oceanos não são uma causa perdida".
Segundo os dados apurados pelos investigadores, houve progressos importantes em várias regiões dos Estados Unidos, da Islândia ou da Nova Zelândia, do ponto de vista da recuperação das reservas, que haviam sofrido uma devastação durante décadas de pesca intensiva. Medidas de gestão adequadas para travar essa devastação permitiram a recuperação verificada nos últimos dois anos pela equipa. "Essa gestão abre a porta ao restabelecimento ecológico e económico dessas regiões e é uma esperança global", disse Boris Worm.
Extinções na Terra não foram culpa de cometas
Investigadores da Universidade de Washington avaliaram a probabilidade de as grandes extinções que ocorreram no planeta se deverem à colisão com cometas ou pedaços desses astros viajantes. Mas os seus cálculos apontam para que essa não tenha sido a causa desses episódios inexplicáveis. Para tal, os investigadores fizeram cálculos estatísticosA colisão de um cometa, ou de um pedaço dele, com a Terra é a tese mais popular entre os cientistas para explicar a extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos. Mas houve outros momentos de grandes extinções na história do planeta, cujas causas são desconhecidas. Teriam sido maus encontros com bocados de astros que por aí tivessem vindo desencabrestados, direitos à Terra?
Este tem sido um tema de intenso debate científico e agora investigadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, decidiram responder à pergunta de forma indirecta. O resultado é um artigo publicado hoje na Science, no qual os autores adiantam que essa não foi a causa provável das tais grandes extinções.
Para chegarem a esta conclusão, os investigadores Nathan Kaib e Thomas Quinn foram à procura da origem dos cometas de longo período (que podem levar milhares de anos nas suas viagens antes de cruzarem o sistema solar) e avaliaram a possibilidade de eles serem responsáveis por essas extinções em massa. Chegaram, no entanto, à conclusão de que isso é improvável. As suas contas apontam para que apenas uma dessas extinções, que ocorreu há 40 milhões de anos, e que foi relativamente pequena, comparada com outras, teria sido devida a uma colisão desse tipo.
Neste ponto é preciso mencionar a nuvem de Oort, ou seja, o que resta da nebulosa a partir da qual se formou o sistema solar há 4,5 mil milhões de anos, e cuja dimensão é maior do que três anos-luz. Pensava-se que os cometas de longo período que cruzam os sistema solar tinham origem na região externa da nuvem de Oort. Mas Kaib e Quinn descobriram que não é assim. Alguns são originários do coração da nebulosa e muitos nunca chegarão até aqui, ao sistema solar. Mas alguns sim. Um deles foi o Hale-Bopp, visível a olho nu no céu em 1996 e 1997, e um dos mais brilhantes que surgiu durante o século XX.
Um dos motivos por que a Terra não é palco de mais colisões com estes astros viajantes é o facto de existirem Júpiter e Saturno. Com os seus campos gravitacionais, os dois planetas gigantes desviam ou atraem esses pedaços de astros que por aí passam.E se a extinção de há 40 milhões de anos foi resultado de uma colisão, então mais nenhuma outra ocorreu na história do planeta causada desta forma. É uma questão estatística, dizem os investigadores.
Esse peitinho de pato deixa-me doido
Hoje é o Dia Internacional do Orgasmo e para comemorar essa bela data sugerimos-lhe três restaurantes afrodisíacos. Onde se aposta na gastronomia como o melhor dos preliminares. The Lingerie Restaurant
Os pratos dos três "restaurantes da lingerie" - sim, porque é de uma cadeia que estamos aqui a falar, e já se estende da Póvoa de Varzim a Albufeira - não só não têm nomes comuns como parecem saídos de uma canção de Quim Barreiros: o Grelo da Maria (bacalhau com broa), o Orgasmo de Crioula (tagliatelle com gambas de Mo- çambique) e o Minete Guloso (lombinhos de porco preto com vinho tinto). Mas não se assuste. Apesar da denominação, a confecção dos pratos não difere muito da de um restaurante convencional. No Lingerie Restaurant o afrodisíaco é mais visual que gustativo. Como o nome indica, a farda dos empregados é a mais curta do país: lingerie. Somente lingerie. Mas há outros pormenores que atiçam o animal que há dentro de nós: decoração em tons de vermelho e preto, pão em forma de pénis ou seios, espectáculos de striptease e, com sorte, brincadeiras eróticas à sobremesa. Além disso, há encontros de swing na primeira quinta-feira de cada mês.Rua Almirante Reis, 1239 (Póvoa de Varzim); Rua Duarte Oliveira, 556 (Perosinho, Vila Nova de Gaia); Avenida dos Descobrimentos à BP (Albufeira). Das 20h00 às 02h00. Encerram à segunda (excepto Albufeira) e ao domingo. 917 963 006. http://www.thelingerierestaurant.com/
2. Malagueta AfrodisíacaAqui não há lingerie, mas há muita fé de que através da comida se consiga atingir o prazer (gustativo, entenda-se). O Malagueta Afrodisíaca abriu há nove anos em Leiria, descartando as tradicionais morcela de arroz e a chanfana em favor do caril de gambas à indiana, o vatapá (prato típico da Baía, com camarão e tamboril) ou o frango korma, muito picante. A amplitude térmica da cozinha reflecte-se no espaço de cores quentes e pouca iluminação. O ambiente acolhedor e intimista que pede uma degustação pausada e minuciosa para um desfrutar de novos paladares. Os condimentos afrodisíacos estão presentes em tudo, inclusive nos sumos de gengibre, nos chás e na sangria especial da casa.Rua Gago Coutinho, 17, Leiria. 244 831 607. http://www.malaguetaafrodisiaca.com/.
Todos os dias das 19h00 às 24h003. Restaurante AfreuditeA deusa grega Afrodite deita-se no divã de Freud neste restaurante do Parque das Nações, em Lisboa. As especialidades da casa são a Orgia de Satay (isto é, satay de camarão) como entrada, o Excitação (peito de pato com frutos silvestres e armagnac) como prato principal e a sobremesa Gula (moeleux de chocolate com creme de pistácios e gelado de baunilha). Uma cozinha internacional com requintes afrodisíacos. É um restaurante indicado para casais, com muito romantismo e harmonia à mistura. Velas e flores secas sobre as mesas, música ambiente, estátuas de Buda? No final da refeição é oferecida uma cigarrilha indiana e uns canudinhos com poemas românticos e eróticos. Uma boa ideia para se entreter até chegar a casa ou ao motel.Passeio das Garças, lote 8B, Parque das Nações, Lisboa. 218 940 660.
www.afreudite.com.
Segunda a sábado das 20h00 às 00h00
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Universo segundo André
Tem sete anos mas é um lente da Física, Química e Matemática. Sobredotado por definição, reúne uma inusitada capacidade de absorver matérias complexas, decompondo-as em neutrões.André Roque tem 7 anos e frequenta o 4.º ano na Escola de Lamaçães, em Braga. Depois de amanhã será o centro das atenções no Museu da Ciência, em Lisboa, onde vai proferir mais uma palestra, desta feita sobre "O Nascimento do Universo", no âmbito da XVI Astrofesta. De olhar penetrante, revela segurança ante o desafio, até porque já colecciona a tarimba de 15 palestras, entre escolas e bibliotecas de Braga. Quer ser neurocirurgião e cientista e já vê no recém-inaugurado Instituto da Nanotecnologia campo fértil para dar corpo aos seus sonhos.
"Um dia, gostava de trabalhar no Instituto de Nanotecnologia para fabricar nanobotes e mandá-los para Marte para converterem a atmosfera. Trinta metros da superfície de Marte é pó. Se escavarmos penso que se encontrará água. Já na Lua é improvável viver", afiança, com o empirismo próprio de quem busca a perfeição através de experiências sem fim. De uma busca sem igual do perfeccionismo que lhe confere estatuto de sobredotado e capaz de entabular conversa com os mais eruditos, ou esmiuçar conceitos complexos, levando-os de encontro à compreensão dos mais pequenos. Sem complexos na forma como aborda o Universo, abre portas de confiança à vida extraterrestre. "O Universo é enorme. Tem de haver, pelo menos, alguma vida lá. Podem ser bactérias, seres minúsculos, sem cor. Também podem ser bonequinhos verdes com antenas (risos)". André é um "devorador" de literatura especializada em ciência, física e matemática. Garante ter lido já 814 livros e até estabeleceu um recorde a bater (ainda que fictício) de um outro rapaz que leu 1114 livros. Os de aventuras lê-os em duas horas. São desafios constantes que André impõe ao seu cérebro, exercitando-o como poucos e que levou, recentemente, à impressão de 36 páginas do mais recente número perfeito.
Espólio documental de Fernando Pessoa classificado como «tesouro nacional»
O decreto hoje aprovado em Conselho de Ministros estipula que todo o espólio de Fernando Pessoa passa a ter interesse nacional.Essa classificação teve em conta o «relevante interesse cultural, designadamente, histórico, linguístico, documental e social» e reflecte «valores de memória, autenticidade, originalidade, raridade, singularidade e exemplaridade», refere o Conselho de Ministros em comunicado.
Em declarações à agência Lusa, a sub-directora da Biblioteca Nacional, Maria Inês Cordeiro, explicou hoje que este é «o mais elevado grau de classificação dentro do património nacional».
O decreto em Conselho de Ministros conclui um processo de classificação do espólio de Fernando Pessoa iniciado pela Biblioteca Nacional em Outubro de 2008.
Esta classificação abrange todo o espólio documental conhecido e o que se vier a descobrir e impossibilita a sua saída de Portugal.
O espólio documental de Fernando Pessoa está depositado sobretudo na Biblioteca Nacional, mas há documentos do escritor na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, na Casa José Régio, em Vila do Conde, nas bibliotecas municipais do Porto e Ponta Delgada e na posse dos herdeiros.
Lusa / SOL
Leonard Cohen
ionline
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Os aparelhos que permitem o acesso ao serviço de televisão por cabo, alguns deles conhecidos como "boxes", têm uma potência de funcionamento relativamente reduzida, mas, segundo os ambientalistas, como estão permanentemente ligados e o consumo em standby não é significativamente menor, conduzem a um valor total de consumo de energia eléctrica "significativo".A Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza fez medições e cálculos sobre aqueles consumos de electricidade e concluiu que os serviços de subscrição de televisão podem representar um custo em electricidade para as famílias "superior a 50 euros por ano".
Estes cinquenta euros, acrescentam, podem representar mais de 10 por cento do consumo de electricidade de um agregado familiar médio e mais de um por cento do total de consumo de electricidade do país.
Em termos ambientais, este consumo de electricidade pode representar uma emissão de cerca de 300 mil toneladas por ano de dióxido de carbono, segundo contas da Quercus, e 0,5 por cento das emissões base para cumprimento por Portugal do Protocolo de Quioto de combate às alterações climáticas.
"Os serviços de subscrição de duas televisões e internet podem equivaler ao gasto de electricidade de cinco lâmpadas economizadoras de 11 Watts (equivalente a lâmpadas incandescentes de 60W) permanentemente ligadas, ou dois frigoríficos de classe eficiência A+, sendo que o frigorífico é o electrodoméstico que tradicionalmente mais electricidade consome em casa", referem os ambientalistas, em comunicado.
Para fazer as medições, a Quercus considerou o que chamou "a pior situação em termos de consumo" como a que os equipamentos estão sempre ligados, e contabilizou os consumos do aparelho mesmo quando está em stand by.
"Considerando uma utilização média de quatro horas por dia de televisão e de oito horas de internet, se o equipamento for desligado durante o resto do tempo, tal garantirá uma poupança da ordem dos 80 por cento no consumo de energia. Este pressuposto assume que não há gravação de programas noutras horas", acrescentam os ambientalistas.
O desligar do equipamento, para conseguir aquelas poupanças, pode ser efectuado através de tomadas com corte de corrente, um esforço que a Quercus diz poder representar uma redução de custos que pode atingir os 40 euros por ano.
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Obama diz que talvez se esteja no «princípio do fim» da crise
O presidente norte-americano considerou que se pode já estar a assistir ao «princípio do fim» da crise. Barack Obama justificou esta sua posição pelo facto de a queda da economia ter parado, situação a que não são alheias as medidas aplicadas pelo seu governo.O presidente norte-americano entende que se pode estar a assistir já ao «princípio do fim da recessão», uma vez que, segundo Barack Obama, «o que é verdade é que conseguimos parar a queda».
Numa reunião pública em Raleigh, na Carolina do Norte, Obama lembrou a capa da última Newsweek que diz que a «recessão acabou», muito embora tenha admitido que «ainda falta tempo para que nos restabeleçamos completamente».
Neste encontro que serviu para dar um “empurrão” ao grande projecto de reforma do sistema de saúde norte-americano, o presidente dos EUA adiantou ainda não haver dúvidas que as medidas tomadas pelo governo «contribuíram para parar a nossa queda económica».
«O mercado está em alta e o sistema financeiro já não está no ponto de recuar», acrescentou Obama, que admitiu contudo que a perda de emprego acelerou para duas vezes que há seis meses e que assinalou a subida dos preços do imobiliário pela primeira vez em três anos.
Satélite lançado com ajuda de engenheiros portugueses
O DEIMOS-1 vai "fotografar" todo o país, permitindo detectar e acompanhar a evolução de incêndios florestais e cheias no país.Construído com a ajuda de engenheiros portugueses da empresa Deimos Engenharia, o DEIMOS1 pesa cerca de 100 quilos e deverá estar no espaço durante os próximos cinco ou seis anos.
"Equipado com três câmaras ópticas, que se assemelham às vulgares máquinas fotográficas digitais", o satélite vai armazenar e transmitir dados essenciais para desenvolver aplicações e serviços nas áreas da monitorização do ambiente e recursos naturais.
Nuno Ávila, da empresa portuguesa Deimos Engenheria, apontou algumas das funcionalidades do satélite: "permite saber qual a taxa de crescimento das plantas, controlar pragas, conhecer o teor de nutrientes no solo, fazer inventários florestais, conhecer a regeneração de uma zona vítima de uma catástrofe natural, entre muitas outras coisas".
Ao cobrir todo o território português fornecendo imagens actualizadas de três em três dias, o satélite vai permitir ainda "detectar e seguir a evolução de umas cheias ou de um incêndio", acrescentou o director da empresa.
Mas o grosso do trabalho da equipa de engenheiros portugueses "ainda está para começar", quando se começar a processar parte das imagens que chegam do satélite, a uma altura de 686 quilómetros.
Segundo a empresa portuguesa com sede em Lisboa, o primeiro centro DEIMOS para processamento, arquivo e distribuição de dados vai ser criado na Universidade de Valladolid, ao qual se seguirão outros, nomeadamente na Deimos Engenharia, em Portugal.
"Problemas técnicos" levaram a adiar para hoje às 19:45 (hora de Lisboa) o lançamento do DEIMOS-1, que estava marcado para dia 25 de Julho a partir do Cosmódromo de Baikonur.
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