Se houvesse um remédio 100% eficaz para evitar, diagnosticar e curar a gripe A, qual a fórmula e apresentação que mais lhe conviria? Champô? Está à venda na internet. Comprimidos vitamínicos? Existem em centenas de sites. Chá? Vende-se aos litros. O único problema é que, apesar de serem de fácil alcance, nenhum destes produtos está autorizado ou é eficaz. Nem os testes de despiste caseiro em menos de 24 horas, nem as soluções anti-sépticas profissionais para lavar qualquer réstia de vírus, nem os suplementos alimentares em barras para fortalecer as defesas das crianças. A lista de produtos contrafeitos ou enganosos está a aumentar à mesma velocidade que a pandemia provocada pelo H1N1. E é tão extensa que a agência americana para o medicamento (Food and Drug Administration, FDA) lançou uma campanha de informação online para ajudar os consumidores a não se deixarem enganar no meio de tanta publicidade.
No site www.fda.gov, o organismo enumera uma lista de lojas online a evitar, mas lembra que não é exaustiva. E exemplifica o perigo de adquirir estes produtos. Em Outubro, os peritos decidiram encomendar alguns e analisar a sua composição, entre os quais vários apresentados como Tamiflu - o único antivírus eficaz para o tratamento do H1N1, a par do Relenza, mas que exige receita médica e é apenas indicado para os casos mais graves. "Uma dessas compras online resultaram na entrega de um envelope proveniente da Índia. Dentro dele, cápsulas brancas embaladas em dois pedaços de papel. Ao serem analisadas, percebemos que continham talco e acetaminofen - um princípio activo de medicamentos para as dores e febre. Não tinham era oseltamivir, o princípio activo do Tamiflu", refere um comunicado da FDA.
Alguns processos foram instaurados, mas as autoridades enfrentam dificuldades na tarefa de controlar o que se vende na net. Por isso, apostam na informação aos potenciais compradores. Muitos produtos enumerados desapareceram após a identificação. Mas surgem novos todos os dias, cada vez mais rebuscados. Há lojas online que disponibilizam sprays que deixam "um risco de prata iónica na mão do utilizador e impedem a entrada do vírus". Há aparelhos eléctricos que geram "energia fotobiótica" e "produzem uma megafrequência que faz penetrar de forma profunda ondas de energia e vida" para reforçar o sistema imunitário e prevenir sintomas associados à infecção pelo H1N1. Há filtros para a água, luvas, supermáscaras de protecção e medicamentos contrafeitos cuja composição ninguém sabe qual é.
Em Portugal, o Infarmed não tem disponível uma lista destes sites actualizada para a gripe A. Mas a campanha "Não confie na sorte, confie no Infarmed", lançada há um ano, tem tentado contrariar o aumento das vendas neste mercado. A Autoridade Nacional do Medicamento lembra que mais de 50% dos medicamentos vendidos na net são contrafeitos. E apenas as farmácias referidas no site www.infarmed.pt oferecem garantias de segurança.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
O V Salão Erótico de Lisboa
O V Salão Erótico de Lisboa num espaço de cerca de 8000 metros quadrados,
tendo como novidades o sushi erótico, as aulas de striptease e sedução e as beldades
do cinema da Europa de Leste para adultos
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Movimento acusa Espanha de não cumprir caudais mínimos do Tejo
O movimento Protejo, constituído por meio milhar de cidadãos e 21 organizações ambientalistas e de defesa do Tejo, sustenta que Espanha não cumpriu os caudais mínimos previstos na convenção celebrada entre os dois países ibéricos e que, no último ano hidrológico, entraram no Tejo português menos 236 hectómetros cúbicos (hm3) do que o mínimo estabelecido.
O porta-voz do movimento diz que, em Outubro, o Tejo português registou "o valor mensal mais baixo da última década", com graves consequências para os ecossistemas e as povoações ribeirinhas do Médio Tejo. Paulo Constantino contraria declarações do presidente do Instituto da Água (Inag), que referiu que os 20 hm3 de água que Espanha pretende desviar para o Parque Natural de Tablas de Daimiel não terão implicações em Portugal. O transvase agora aprovado pelo Governo espanhol envolve 66,9 hm3, que deverão ser desviados da cabeceira do Tejo.
Diz o dirigente do movimento que a medida também é contestada por muitas organizações não governamentais espanholas, que defendem que o incêndio que afecta há meses a turfa do parque de Tablas de Daimiel deve ser apagado com água de poços e da barragem de Peñarroya, "não permitindo que se saqueie a cabeceira do Tejo".
O Protejo tem dados dos caudais que passaram no Tejo na zona do Fratel no ano hidrológico de 2008/2009 que demonstram que "Espanha não cumpriu" os 2700 hm3 estabelecidos como mínimo na convenção de albufeira. Paulo Constantino diz que as autoridades espanholas deixaram "passar" apenas 2464 hm3 "devido à diminuição de caudais provocada pelos transvases para outras bacias hidrográficas de água falsamente catalogada por Espanha como "excedentária"".
E sustenta que a situação não pode ser atribuída a problemas de seca ou de falta de água. "Havia água para cumprir a convenção, mas Espanha preferiu transvasá-la para o regadio e consumo habitacional da região de Múrcia", prossegue o porta-voz do movimento, afirmando que no último ano hidrológico o país vizinho transvasou 296 hm3 de água do Tejo para as bacias do Segura e do Guadiana, mais do que suficientes para cumprir a convenção.
"Tejo não pode ser um bar aberto"
Paulo Constantino considera "lamentável que, apesar do incumprimento no ano hidrológico de 2008/2009 e da alegada promessa de reposição de água feitas pelos representantes espanhóis à comissão da convenção de albufeira, Espanha continue a realizar transvases no primeiro trimestre do presente ano hidrológico".
O dirigente do movimento sublinha ainda que o Tejo "não pode ser um bar aberto" e que não se pode aceitar "que Espanha use e abuse da água do Tejo a seu belo prazer, algo que seria inaceitável em qualquer outro rio do mundo, ainda para mais num rio internacional".
publico
O porta-voz do movimento diz que, em Outubro, o Tejo português registou "o valor mensal mais baixo da última década", com graves consequências para os ecossistemas e as povoações ribeirinhas do Médio Tejo. Paulo Constantino contraria declarações do presidente do Instituto da Água (Inag), que referiu que os 20 hm3 de água que Espanha pretende desviar para o Parque Natural de Tablas de Daimiel não terão implicações em Portugal. O transvase agora aprovado pelo Governo espanhol envolve 66,9 hm3, que deverão ser desviados da cabeceira do Tejo.
Diz o dirigente do movimento que a medida também é contestada por muitas organizações não governamentais espanholas, que defendem que o incêndio que afecta há meses a turfa do parque de Tablas de Daimiel deve ser apagado com água de poços e da barragem de Peñarroya, "não permitindo que se saqueie a cabeceira do Tejo".
O Protejo tem dados dos caudais que passaram no Tejo na zona do Fratel no ano hidrológico de 2008/2009 que demonstram que "Espanha não cumpriu" os 2700 hm3 estabelecidos como mínimo na convenção de albufeira. Paulo Constantino diz que as autoridades espanholas deixaram "passar" apenas 2464 hm3 "devido à diminuição de caudais provocada pelos transvases para outras bacias hidrográficas de água falsamente catalogada por Espanha como "excedentária"".
E sustenta que a situação não pode ser atribuída a problemas de seca ou de falta de água. "Havia água para cumprir a convenção, mas Espanha preferiu transvasá-la para o regadio e consumo habitacional da região de Múrcia", prossegue o porta-voz do movimento, afirmando que no último ano hidrológico o país vizinho transvasou 296 hm3 de água do Tejo para as bacias do Segura e do Guadiana, mais do que suficientes para cumprir a convenção.
"Tejo não pode ser um bar aberto"
Paulo Constantino considera "lamentável que, apesar do incumprimento no ano hidrológico de 2008/2009 e da alegada promessa de reposição de água feitas pelos representantes espanhóis à comissão da convenção de albufeira, Espanha continue a realizar transvases no primeiro trimestre do presente ano hidrológico".
O dirigente do movimento sublinha ainda que o Tejo "não pode ser um bar aberto" e que não se pode aceitar "que Espanha use e abuse da água do Tejo a seu belo prazer, algo que seria inaceitável em qualquer outro rio do mundo, ainda para mais num rio internacional".
publico
O muro de Berlim
Durante 28 anos, de 1961 a 1989, a população de Berlim, ex-capital do Reich alemão, com mais de três milhões de pessoas, padeceu uma experiência ímpar na história moderna: viu a cidade ser dividida por um imenso muro. Situação de verdadeira esquizofrenia geopolítica que cortou-a em duas partes, cada uma delas governada por regimes politicos ideologicamente inimigos. Abominação provocada pela guerra fria, a grosseira parede foi durante aqueles anos todos o símbolo da rivalidade entre Leste e Oeste, e, também, um atestado do fracasso do socialismo real em manter-se como um sistema atraente para a maioria da população alemã.
Na manhã bem cedo do dia 13 de agosto de 1961, a população de Berlim, próxima à linha que separava a cidade em duas partes, foi despertada por barulhos estranhos, exagerados. Ao abrirem suas janelas, depararam-se com um inusitado movimento nas ruas a sua frente. Vários Vopos, os milicianos da RDA (República Democrática da Alemanha), a Alemanha comunista, com seus uniformes verde-ruço, acompanhados por patrulhas armadas, estendiam de um poste a outro um interminável arame farpado que alongou-se, nos meses seguintes, por 37 quilômetros adentro da zona residencial da cidade. Enquanto isso, atrás deles, trabalhadores desembarcavam dos caminhões descarregando tijolos, blocos de concreto e sacos de cimento. Ao tempo em que algum deles feriam o duro solo com picaretas e britadeiras, outros começavam a preparar a argamassa. Assim, do nada, começou a brotar um muro, o pavoroso Mauer, como o chamavam os alemães.
Berlim fora conquistada pelo Exército Vermelho em maio de 1945. De comum acordo, acertado pelo tratado de Yalta e confirmado pelo de Potsdam, entre 1944-45, não importando quem colocasse a bota ou a lagarta do tanque por primeiro na capital do III Reich, comprometia-se a dividi-la com os demais aliados. Desta maneira, apesar dos soviéticos tomarem antes a cidade, e também um expressivo território ao seu redor, tiveram que ceder o lado ocidental dela para os três outros membros da Grande Aliança, vitoriosa em 1945. Assim Berlim viu-se administrada, a partir de 8 de maio de 1945, em quatro setores: o russo, majoritário, o americano, o inglês e o francês. Com o azedar da relação entre os vencedores, em 1948 as quatro zonas reduziram-se a duas: a soviética e a ocidental. Em seguida, Stalin decidiu-se por um bloqueio total contra a cidade em represália ao Plano Marshall, que visava promover o reerguimento econômico da Europa destroçada pela guerra. Todas as estradas de rodagem e de ferro que ligavam Berlim com a Alemanha Ocidental foram então fechadas pelos soviéticos, na tentativa de fazer com que os aliados ocidentais desistissem da sua parte na cidade. Ou saíam ou os berlinenses morreriam de fome e frio. 
Com a primeira linha de pedra se estendendo pela cidade, Krushev, então o chefe de Estado da URSS, mandava às favas a imagem do socialismo no restante do mundo. O paredão viera para ficar. Era uma monstruosidade arquitetônica que denunciava a estética kitsch, cinzenta, burra e tosca, do comunismo soviético, ao tempo em que expunha a absoluta insensibilidade das suas autoridades maiores. Quando ele ficou pronto, seu cinturão externo, envolvendo completamente a cidade, media 155 quilômetros, enquanto que o interno atingiu a 43 quilômetros: 37 deles na área residencial. Medindo em média 3,6 m, instalaram nele 302 torres de observação e 20 bunkers, de onde os soldados atiravam em quem se arriscasse a trespassá-lo. Ao longo de quase trinta anos, os Vopos mataram 192 pessoas e feriam outras 200 que tentaram fugir através dele, além de deterem outras 3.200 suspeitas de querer evadirem-se. Em retrospecto, o muro, além de ser um desastre ideológico, a encarnação do fracasso do socialismo real, resultou de um previsível processo de isolamento, seguido de enclausuramento dos alemães orientais, que já se arrastava desde 1952: ano em que a Zonengrenze, a fronteira entre as duas Alemanhas (a Federal, pró-ocidental, com sede em Bonn, e a comunista, pró-soviética, com sede em Berlim), foi definitivamente fechada. Dali em diante, os soviéticos só permitiram o trânsito de um lado para o outro por alguns locais selecionados da cidade de Berlim. Em seguida ao esmagamento do levante dos trabalhadores de Berlim oriental contra a ocupação russa, ocorrida em 17 de junho de 1953, foi exigida dos ocidentais um passe especial para poderem circular do lado oriental. Em 1957, o cerceamento dos westi, dos alemães orientais, ampliou-se com a adoção de severas punições, que chegavam a condenações de até três anos de cadeia para quem tentasse deixar a lado comunista sem permissão.
Essa sucessão de restrições, que culminaram no erguimento do medonho paredão antifuga, é que alimentaram a impressão de que os alemães orientais, além de terem a desdita de terem sido governados, desde 1933 até 1953, por duas das mais atrozes tiranias do século - a de Hitler e a de Stalin -, experiência sem igual no século, continuavam a ser os únicos punidos pela derrota de 1945. Porém, Walter Ulbrich, o líder comunista da RDA, afiançou a construção dizendo-a necessária para proteger o seu estado proletário de uma possível "agressão fascista", mesmo sabendo que os fossos antiveículos, que se estenderam por 105,5 quilômetros ao redor da cidade, estavam dispostos a evitar a evasão do lado Leste e não o contrário
O objetivo era deter o constante fluxo de gente para o lado ocidental, migração que fizera com que, entre 1949 e 1961, bem mais de 2,6 milhões de alemães orientais escapassem para a República Federal. De certa forma, isto se explica não só pela diferença dos regimes, como também pelo fato de ter havido uma extraordinária recuperação econômica do lado ocidental: o Wirtschaftwunde, o milagre econômico dos anos 50/60. Afinal era naquela parte do país que os grandes complexos industrias do Ruhr, com suas minas, suas forjas, seu aço, e seus trabalhadores especializados, estavam. Desde que as potências ocidentais, devido a crescente guerra fria, decidiram em 1948 não mais punir a Alemanha, cessando a desmontagem e o translado das suas fábricas, removidas então a título de indenização de guerra, o lado ocidental galopou em direção à prosperidade.
A outra parte, a oriental, não só estava ocupada pela URSS, que sangrara horrivelmente na luta contra o nazismo, como se viu espoliada das poucas instalações fabris que lá restaram depois da guerra. Apesar do repúdio geral à tese da pastorização da Alemanha, defendida certa vez por Hans Morgenthau, o conselheiro de F. D. Roosevelt - que pregava como a melhor política do após-guerra converter os alemães a mansos criadores de ovelhas e plantadores de repolhos -, foi do lado soviético onde isso foi de fato quase levado a efeito nos anos que se seguiram o pós-guerra. Pelo menos até 1961.

O erguimento do longo muro, traçado cubista da guerra fria, que grosseiramente separou a zona soviética da zona aliada ocidental, também fazia parte de um conjunto de provocações assumidas por Nikita Krushev no seu enfrentamento com o jovem presidente John Kennedy - uma espécie de teste de nervos para medir o pulso da liderança norte-americana recém-empossada -, jogo que culminou, no ano seguinte, em outubro de 1962, na desastrada e perigosíssima crise dos mísseis em Cuba, que quase levou o mundo à Terceira Guerra Mundial. Quanto à sensação de viver-se assim encarcerado, por anos a fio, numa enorme cidade, tornada o maior campo de presos do mundo, nada melhor do que os versos de Uwe Kolbe, do seu Hineinberon de 1980, quando então ele ainda era um jovem poeta que, empinando-se do alto do muro, procurava olhar para bem distante, vendo no horizonte, ao longe, as terras exuberantes em meio à planícies com belas árvores vermelhas enquanto cabia a ele e os seus espremerem-se num reduzido torrão verde, com árvores negras em meio a paisagem de arame farpado, onde o vento era cruel, duro, só tendo os pássaros como amigos.http://educaterra.terra.com.
Não era a mesma coisa
Para mim, não deixa de ser chocante ver umas quantas personalidades públicas a dizerem que “aqui são trinta computadores, vinte televisões e dez telefones, TUDO LIGADO sem falhar”. Isto é, tudo ligado a consumir energia que nem água de coco no pico do Verão carioca. A mensagem, para mim, é completamente errada. Era suposto ensinar as pessoas a tirarem o carregador da tomada quando já carregaram o telemóvel. Era suposto pedir às pessoas que não deixem as televisões no ‘stand-by’, porque continua a consumir energia. Era suposto dar o exemplo aos meninos e não os deixar plantados 3 horas à frente do computador a ganhar musgo nos pés antes de irem dormir.
Era suposto que as pessoas entendessem o impacto que o uso da tecnologia tem no que as rodeia. Mas sempre estamos a falar da empresa que durante mês e meio vai ter uma árvore gigantesca a gastar rios de electricidade na árvore de Natal do Parque Eduardo Sétimo.
ionline
Homem com 112 anos casa com a noiva de 17
Ahmed Muhamed Dhore, 112 anos, e Safiya Abdulle, 17, casaram-se na sua aldeia natal na Somália. O noivo não é marinheiro de primeira viagem. Ahmed Muhamed Dhor tem actualmente duas esposas, mas já foi viúvo três vezes. O seu filho mais velho tem 80 anos. Para o noivo este matrimónio é a "realização de um sonho".
A família de Safiya Abdulle diz também estar muito feliz com o enlace. O noivo já há algum tempo teria demonstrado a sua vontade de casar com Safiya, mas teve de esperar que a menina crescesse para pedir a sua mão em casamento. "Nunca a forcei, apenas usei a minha experiência para a convencer do meu amor", revela Ahmed.
Ahmed Muhamed Dhor diz que espera ainda ter mais filhos com a sua mais recente esposa.
Participe no concurso de fotografia promovido pela Revista Única
A Revista Única juntou-se ao site de fotografia Olhares.com para promover um concurso subordinado ao tema "Luz". Se as suas fotografias são únicas, participe até dia 25 de Novembro.
Vinte anos de Simpson, uma família explosiva
É uma família palavrosa, absurda e onde o bom senso raia a insensatez. Os Simpson celebram 20 anos,
crentes de que ter razão é bom, mas que há coisas na vida com muito mais graça.
crentes de que ter razão é bom, mas que há coisas na vida com muito mais graça.
Fim da Guerra Colonial evocado pela primeira vez
Defesa. Liga dos Combatentes organiza cerimónia em Belém, coincidindo com a celebração do Dia do Armistício
O final da Guerra Colonial, há 35 anos, vai ser evocado pela primeira vez em Portugal no próximo sábado, dia 14, disse ontem o presidente da Liga dos Combatentes (LC).
Segundo o general Chito Rodrigues, a LC decidiu realizar essa primeira cerimónia no dia em que organiza as comemorações do 91º aniversário do Armistício - que marcou o fim da I Grande Guerra - e do 86º da própria Liga dos Combatentes.
O evento vai ter lugar junto ao Monumentos dos Combatentes do Ultramar, em Belém (Lisboa), será presidido pelo ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, e terá como orador convidado o general Valença Pinto, chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), adiantou o general Chito Rodrigues.
A tradicional homenagem aos militares mortos em combate, que marca aquela cerimónia anual, vai ficar marcada este ano pela presença dos corpos de três soldados que morreram na Guiné.
Chito Rodrigues explicou que os restos mortais desses militares - furriel José Carlos Moreira Machado, soldado Manuel Maria Rodrigues Geraldes e primeiro cabo Gabriel Ferreira Telo - foram recuperados há meses, mas só agora foram identificados.
dn
20 anos atrás
Gunter Schabowski antecipou em algumas horas o comunicado oficial sobre a abertura das fronteiras prevista para a madrugada do dia 10 de Novembro e antecipou a história. Um momento também relatado em português. Reportagem do correspondente da RTP António Esteves Martins.
Alta tensão: Presidente do movimento confiante na alteração da lei para fazer valer o princípio da precaução
A presidente do Movimento Nacional contra a Alta Tensão em Zonas Habitadas (MNCATZH) disse hoje em Leiria estar confiante de que nesta legislatura haja bom-senso para fazer prevalecer em lei o princípio da precaução na instalação destas linhas.
"Nós temos expectativa de que desta vez haja o bom-senso de fazer prevalecer o princípio da precaução relativamente a situações em que há uma grande dúvida entre a comunidade científica sobre os efeitos dos campos electromagnéticos", afirmou Helena Carmo, que participa esta noite numa assembleia popular na freguesia de Pousos, Leiria.
A iniciativa pretende sensibilizar a população sobre os efeitos das linhas de muito alta tensão que vão cruzar onze freguesias do concelho de Leiria, no âmbito do traçado entre Batalha e Lavos.
sábado, 7 de novembro de 2009
Palácio Pombal no Chiado reabre com vocação para as artes
O Palácio Pombal, situado na Baixa lisboeta, na popular Rua do Alecrim, abriu ao público esta semana, apresentando um diversificado cartaz cultural. O palacete, onde durante vários anos funcionou o Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing (IADE), chama-se agora também IADE Chiado Center e volta novamente a acolher, a partir da segunda quinzena deste mês, um curso prático de conservação e restauro de pintura mural do século XIX, aberto não somente aos alunos do instituto, como ao público em geral, tal como aconteceu nos meses de Setembro e Outubro.
Justiça doa a quem doer, pede Sócrates
"Com certeza que telefonei ao dr. Armando Vara porque é meu amigo e camarada. Como sabem, este processo entristece-me pelo facto de envolver um amigo meu de há tantos anos." As amizades escolhem-se e José Sócrates, ontem, não teve qualquer prurido em assumir a forte ligação que mantém com Armando Vara, arguido no Face Oculta. "Acontece que faço chamadas para os meus amigos e vou continuar a fazê-las", reagiu ainda o primeiro-ministro a propósito da notícia do "Sol", que dava conta de que chamadas suas para Vara foram interceptadas pelas escutas autorizadas pelo Tribunal de Aveiro.
A ligação entre os socialistas remonta pelo menos a 1988, ano em que Sócrates enfrentou pela primeira vez a Assembleia da República para apresentar um projecto de lei, delineado em conjunto com Armando Vara. O tópico: permitir a publicação de sondagens durante as campanhas eleitorais, exceptuando a última semana. Dois anos depois ambos juntam-se a Fátima Felgueiras, Virgílio de Sousa e Rui Vieira - marido de Edite Estrela - e lançam a Sovenco, empresa de venda de combustível. A aposta não corre bem. Apesar disso, dois anos depois a relação Sócrates-Vara aprofunda-se.
23 Fevereiro de 1992. Guterres vence Sampaio no Congresso do PS onde várias facções se digladiavam. Sócrates era o delfim do futuro primeiro-ministro, Vara apoiava Jaime Gama. Ambos unidos pelo mesmo propósito: derrotar Sampaio. Objectivo concretizado e nos anos seguintes a relação vai ganhando mais força, tendo o primeiro marcado presença no casamento de Sócrates com Sofia Fava, uma celebração contida, segundo relatam. Por essa altura, ambos também coincidiam na liderança das federações distritais do PS - Bragança e Castelo Branco, respectivamente - até que em 1995, chegam ao governo com Guterres.
Fim de um sonho Com o fim do guterrismo, começa a ascensão do actual primeiro-ministro e uma evolução no sentido inverso de Vara, chamuscado pelo escândalo da Fundação para a Prevenção Rodoviária. É nesta altura que Sócrates procura cimentar ainda mais as suas amizades. "Depois de sair do governo, Sócrates começou a criar uma 'rede informal de amigos', era como lhe chamava. Dizia que não era candidato a nada mas que as principais decisões no PS não podiam passar sem o nosso conhecimento", recorda Renato Sampaio na biografia de Eduarda Maio sobre o primeiro- -ministro. "Éramos um grupo informal de amigos mas não podíamos dar a ideia de que havia alguma conspiração contra Ferro. Cá fora nunca nos encontrávamos todos ao mesmo tempo mas, no Parlamento, almoçávamos sempre juntos e jantávamos juntos muitas vezes", completa Fernando Serrasqueiro. Nesta "rede informal de amigos" estavam: Pedro Silva Pereira, Ascenso Simões, José Lello, Luís Patrão, Fernando Serrasqueiro, Renato Sampaio, Laurentino Dias ou Armando Vara. "Sócrates conservava o grupo unido. A sua rede de amigos vigiava os movimentos das várias famílias socialistas, partilhava informação e actuava no sentido de fortalecer o conjunto." Este grupo unido acabou todo por subir com a vitória do primeiro-ministro sobre Santana Lopes. Vara, depois da queda pós-Guterres, voltava na mó de cima: Sócrates reservara-lhe um cargo de administrador da Caixa Geral de Depósitos. Anos depois, Sócrates pede justiça "doa a quem doer", leia-se: "Nem que me doa."
ionline
Se as escutas a Armando Vara e José Sócrates revelassem conversas inócuas não teriam sido enviadas a Pinto Monteiro
As escutas às conversa telefónicas mantidas entre Armando Vara e José Sócrates e interceptadas pela Polícia Judiciária (PJ) durante a investigação do caso Face Oculta - que o "Sol" noticiou ontem - não revelaram simples conversas de amigos: foram consideradas "criminalmente relevantes" para serem enviadas ao procurador-geral da República Pinto Monteiro, confirmou o i junto de fonte da investigação.
Confrontado ontem com a notícia do "Sol" no Parlamento, o primeiro-ministro José Sócrates afirmou, após o debate sobre o programa do governo: "O que tenho conhecimento sobre o que vem nesse jornal é que eu fiz uma chamada para o dr. Armando Vara. Acontece que faço chamadas para os meus amigos e vou continuar a fazê-las. Com certeza que telefonei ao dr. Armando Vara porque é meu amigo e meu camarada. Como sabem, este processo entristece--me pelo facto de envolver um amigo meu há tantos anos."
Armando Vara, que suspendeu funções como vice-presidente do Millenium bcp por ter sido constituído arguido no processo, terá recebido um envelope com 10 mil euros para compensar as suas diligências que acabaram, segundo os investigadores, por beneficiar as empresas Manuel Godinho dedicadas à limpeza e tratamentos de resíduos.
As escutas telefónicas são realizadas pela PJ, promovidas pelo Ministério Público (MP) e validadas pelo juiz de instrução. Quando não existe indício criminal, as conversas são consideradas inócuas e não são sequer transcritas para o papel. Apenas quando os indícios apontam para um crime grave com uma moldura penal aplicável acima de cinco anos de prisão se transcrevem as escutas, podendo elas assumir dois destinos. Como explica ao i o advogado Carlos Pinto de Abreu - que rejeita falar de casos concretos e apenas explica o que a lei prevê - "as escutas ou servem para alargar o âmbito da investigação que está em curso, ou para abrir um novo inquérito através da extracção de uma certidão".
Ora, como o Sol noticiou ontem, o caso Face Oculta, um esquema tentacular montado para alegadamente beneficiar as empresas de Manuel Godinho na adjudicação de concursos e consultas públicas do sector Empresarial do Estado na área de recolha e gestão de resíduos industriais, deu origem a nove certidões. Pinto Monteiro é quem tem agora de decidir se abre novos inquéritos sobre as matérias em causa.
No caso de um inquérito envolver altas figuras do Estado, como o primeiro-ministro , o assunto só pode ser investigado por procuradores gerais da República do Supremo Tribunal de Justiça. O Sol noticiava ontem que uma das conversas entre Sócrates e Vara teria sido sobre o caso TVI. Não confirmando esta informação, Pinto Monteiro disse ao Sol que "estão a ser analisadas as nove certidões recebidas nesta Procuradoria-Geral da República, que estão directa ou indirectamente ligadas ao processo denominado Face Oculta, mas por não estarem completamente documentadas, foram solicitados elementos complementares que se aguardam."
Financiamento partidário O Ministério Público e a Polícia Judiciária estão também a investigar indícios de financiamento partidário ilegal relacionados do caso Face Oculta. Os investigadores suspeitam que o negócio das sucatas de Godinho e a alegada corrupção de gestores e funcionários de empresas do sector empresarial do Estado, está relacionado um esquema de financiamento ilegal de estruturas partidárias, a nível nacional e local. E as suspeitas não se reduzem ao Partido Socialista. Nas câmaras municipais, segundo fontes da investigação, também existem indícios de negócios escuros e de favorecimento das empresas de Manuel Godinho, como a O2 - Tratamento e Limpezas Ambientais; a SCI - Sociedade Comercial e Industrial Metalomecânica ou a 2ndMarket - Recolha, Triagem e reutilização de Produtos Electrónicos Usados.
Há pelo menos um indício descrito pelos investigadores de Aveiro: no dia 25 de Março, pelas 12h41, Manuel Godinho, contactou telefonicamente Carlos de Vasconcellos, ex-administrador da Refer, e afirmou que a superação do seu problema [judicial] com aquela empresa, poderia ter por contrapartida a entrega de um donativo para uma campanha partidária. Mas o que o Ministério Público suspeita que a "rede tentacular" montada por Godinho terá uma extensão significativa em partidos políticos
O empresário de Aveiro, Manuel Godinho, é o único preso preventivo dos 15 arguidos no caso Face Oculta que veio a público no dia 28 de Outubro, quando a Polícia Judiciária desencadeou uma mega operação com 30 buscas, domiciliárias e diversas empresas. Entre os arguidos, estão o presidente da REN José Penedos e o seu filho Paulo Penedos, o ex-ministro socialista Armando Vara, o administrador da Indústria de Desmilitarização da Defesa, José Contradanças e três funcionários da Refer.
Em causa podem estar crimes económicos, de corrupção, tráfico de influências de favorecimento ilícito e financiamento partidário, entre outros.
ionline
Escultura cinética no museu BMW
A marca alemã BMW desde sempre se caracterizou pela sua postura de vanguarda e excelência tecnológica. Nos últimos anos, porém, parece também ter apostado num design e propaganda de grande agressividade e criatividade. Uma das suas acções mais recentes encontra-se patente no museu da marca e consiste numa escultura cinética composta por centenas de pequenas esferas metálicas suspensas e animadas de movimento. Após algumas evoluções programadas mas aparentemente caóticas, as esferas imobilizam-se dando forma à silhueta de um antigo modelo da marca. Belíssimo.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Pinturas rupestres com 5 mil anos destruídas
Pinturas rupestres com cinco mil anos, encontradas em 2002 na área da Freguesia de Malhada Sorda, Almeida, foram destruídas por desconhecidos, segundo fonte do Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC). De acordo com o arqueólogo e pré-historiador de arte do PAVC, António Martinho Baptista, o sítio era constituído por dois painéis verticais em granito, "ambos decorados com pinturas pós-glaciares em tons de vermelho" que foram "apagadas".
"A mais interessante figura" do conjunto era "uma figura zoomórfica em estilo seminaturalista, a fazer lembrar algumas das representações do Côa e até do Tejo".
"Esta figura parece ter representado uma cerva", mas "a presença de uma longa cauda levou inicialmente à sua classificação como um equídeo, o que a tornaria ainda mais rara no contexto da nossa arte esquemático-simbólica", explicou.
A figura pré-histórica "foi completamente destruída, tendo sido lavada e repicada com a clara intenção de a fazer desaparecer, o que de facto foi conseguido", disse, considerando que se trata de um "crime de lesa-arqueologia", já que os seus autores "apagaram mais de cinco mil anos de História"
António Martinho Baptista, que foi director do extinto Centro Nacional de Arte Rupestre (CNART), relatou que o achado estava em "duas pequenas rochas" que constituam uma espécie de "abrigo" e foi encontrado por um casal residente em Malhada Sorda.
Referiu que após uma primeira deslocação que fez ao sítio, em 2002, "os dois painéis ficaram a aguardar uma melhor oportunidade para o seu estudo", oportunidade que já não se verificou dada a sua destruição.
Contactado pela Lusa, o presidente da Câmara Municipal de Almeida, António Baptista Ribeiro, disse que teve conhecimento do sucedido através do casal de Malhada Sorda que fez a descoberta e que "de imediato" comunicou o caso ao PAVC.
"Da parte da autarquia nada mais havia a fazer, a não ser denunciar a situação às autoridades competentes, neste caso o PAVC", referiu, lamentando a "perda irreparável" para o património histórico do concelho.
expresso
Índios Yanomami começaram a morrer com gripe A
Segundo a Survival International, ONG de defesa dos direitos das populações indígenas, sete pessoas dessa tribo morreram nas últimas duas semanas com gripe pandémica e mais 1000 poderão já ter sido infectadas pelo vírus A H1N1.“Ambos os governos [venezuelano e brasileiro] devem tomar medidas imediatas para travar a epidemia e melhorar radicalmente os cuidados de saúde dispensados aos Yanomami”, diz Stephen Corry, director da ONG, num comunicado. “Se não o fizerem, poderíamos voltar a ver centenas de Yanomami a morrer de doenças tratáveis. Isso seria devastador para esta tribo isolada, cuja população só agora conseguiu recuperar das epidemias que a dizimaram há 20 anos.”
É o seu relativo isolamento que torna estas comunidades particularmente vulneráveis a doenças importadas como a gripe. Para mais, muitas das aldeias indígenas quase não têm acesso aos cuidados de saúde – e como a região é de difícil acesso, isso dificulta a intervenção da ajuda médica de emergência.
A Organização Mundial da Saúde já confirmou a presença do vírus na região e o governo venezuelano, diz ainda o comunicado, já isolou a área e enviou várias equipas médicas. Mas segundo a AFP, ainda não confirmou os números, tendo o Presidente Hugo Chávez declarado apenas, ontem à noite, que “tinham agido rapidamente” contra a gripe “que ataca duramente uma população indígena” e que a situação estava “sob controlo”. Na Venezuela já morreram de gripe pandémica 95 pessoas. E os cinco milhões de doses de vacina anti-gripe que as autoridades devem comprar só irão chegar ao país no início de 2010.
publico
Orquestra Glenn Miller hoje no Porto
O Coliseu do Porto recebe hoje, quarta-feira, a Glenn Miller Orchestra do Reino Unido, às 21 horas, no primeiro de quatro concertos que a banda dá em Portugal. Os ritmos do swing, uma das mais antigas correntes do jazz, chegam amanhã a Leiria.
Liberdade de Ser Democrata
Após todos estes episódios eleitorais com que os nossos politicos nos presentearam, resta apurarmos acerca da própria democracia. A sua saúde com estará!?Há quem diga que a Democracia é a tirania da maioría. Em minha opinião, só afirma uma coisa dessas quem não é verdadeiramente democrata. Todos os politicos - ou cidadãos! - verdadeiramente democratas, sabem que quem é eleito representante dos eleitores, é representante de TODOS, pois estamos em Democracia. E mais: tanto os de direita como os de esquerda sabem que têm a responsabilidade - que todos nós lhes conferimos - de governar a Nação em nome - por isso se designa como Democracia Representativa - de todos os Cidadãos.
Não há atitude mais anti-democrática que aquele politico de Esquerda que jura vingar-se da Direita, após ter sido eleito pelo povo. O inverso também é - claro está! - anti-democrático!
Por isso, antes de mais: a democracia só pode ser vivida em pleno quando é vivida em Liberdade.
O Homem deve ser livre nas suas expressões e nos seus actos - só assim pode ser considerado um cidadão. Um cidadão é o indivíduo que vive na "cidade" - segundo a velha tradição grega - e que o Estado vê e trata em igualdade no seio de todos os outros individuos iguais perante o Estado - logo: cidadãos!
Esta consciência democrática é quase sempre observada pelos politicos eleitos para governar a Nação - uns mais do que outros, já o sabemos.
Mas - e agora terei de dar razão aos comentaristas! - essa consciência democrática não está, muitas vezes, presente no pensamento dos politicos e cidadãos a nível regional e muito menos ao nível das localidades.
A democracia local está, de facto, doente. Melhor: não é a Democracia mas sim quem a representa e quem nela vota. Desde perseguições - lembrando situações anacrónicas de um regime bolorento há muito caído (felizmente!) - a sectarismos activos de favorecimento de todos quantos são "da cor", até ideias mesquinhas para projectos bacocos.
Sim: a Democracia Local deve ser lavada e expurgada!
As corrupções e os bolores não estão no topo da pirâmide da Democracia. As bases é que são os pés de barro deste querido gigante que o 25 de Abril ofereçeu.
VIVA A LIBERDADE
Publicada por Sargento do Templo /A teoria do caos
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Navio com 60 toneladas de armas para o Hezbollah
Segundo os responsáveis, citados pela agência norte-americana Associated Press sob condição de anonimato, o carregamento incluía mísseis, armas anti-tanque e morteiros.A partir de informações dos serviços secretos, uma unidade naval que patrulhava a zona interceptou e abordou o navio sem incidentes.
A intercepção ocorreu hoje antes do amanhecer nas águas territoriais de Chipre, a cerca de 100 milhas
náuticas (150 quilómetros) da costa de Israel.
Segundo o vie-ministro da Defesa israelita, Matan Vilnai, a tripulação, dirigida por um comandante polaco, desconhecia o carregamento de armas.
O navio, o Francop, foi rebocado para o porto israelita de Ashdod (sul) para que o armamento seja descarregado. O navio é operado pela empresa cipriota United Feeder Services, que sustenta ter embarcado o carregamento em Damietta, no Egipto, desconhecendo o seu conteúdo ou origem. Um funcionário da empresa disse ainda que o navio seguia a rota do Egipto para Chipre e, daí, para o Líbano e a Turquia.
O ministro da Defesa israelita, Ehud Barak, classificou a intercepção do navio como "mais um êxito contra as inabaláveis tentativas de traficar armas para fortalecer elementos terroristas que ameaçam a segurança de Israel". O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que as armas apreendidas "se destinavam a atingir cidades de Israel".
Esta foi a segunda maior apreensão de armas feita por Israel. Em Janeiro de 2002, forças israelitas tomaram de assalto o navio de carga Karine A no Mar Vermelho e confiscaram 50 toneladas de mísseis, morteiros, espingardas e munições destinadas a grupos palestinianos da Faixa de Gaza.
Um terço das espécies perigo de extinção
Mais de um terço das espécies animais conhecidas estão em perigo de extinção, segundo a última actualização divulgada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) e citada pela Lusa. Estão em perigo 21 por cento dos mamíferos, 30 por cento dos anfíbios, 12 por cento das aves, 28 por cento dos répteis, 35 por cento dos invertebrados, 37 por cento dos peixes de água doce e 70 por cento das plantas.
«As provas científicas de uma grave crise de extinção de espécies vão aumentando», disse a directora do Grupo de Conservação da Biodiversidade da IUCN", Jane Smart.
Entre os 5490 mamíferos do mundo, 79 estão extintos ou extintos no estado selvagem, 188 espécies permanecem em situação crítica, 449 estão ameaçadas e 505 são vulneráveis.
Saramago tem razão!
Ainda não li Caim e por isso não falo de um livro que não conheço, mas vi e ouvi as declarações do autor: “O Deus da Bíblia não é de fiar: é vingativo e má pessoa."Saramago traçou dois objectivos ao criar esta polémica: espetar mais um prego na crucificação da Igreja Católica e através da agressão suscitar o debate e vender a sua obra.
Saramago conseguiu juntar o útil ao agradável, mas houve uma variável que o consagrado Nobel da Literatura esqueceu. O plano de Saramago não é perfeito e o escritor pode ter caído numa cilada de Deus.
A má pessoa imaginária que Saramago persegue e teima em negar preparou uma vingança ao escritor e usou o velho Nobel para lançar o debate, não sobre Caim mas sobre a Bíblia, e trazer novos leitores para o livro escrito por um Deus que o escritor diz ser vingativo.
Ao inaugurar a sua nova piscina literária baptizando-a de Caim, Saramago anunciou aos nadadores da literatura um oceano infinito chamado Bíblia. E ninguém vai querer um patinho de borracha ou uma bóia numa piscina com cloro quando pode pescar e mergulhar num oceano de águas profundas.
A mensagem de Saramago revelou que o escritor pode ser apenas o mensageiro para abrir as páginas de um livro esquecido.
A estranha luta de Saramago com um Deus que não existe não é uma demência intelectual. É a revolta de um homem que desconhece que na sua procura por um divino que nunca descobriu foi encontrado por um Deus que o conhece e o ama profundamente.
Saramago é inteligente. Não perde tempo em conversas banais com o eurodeputado Mário David que apelou à sua renúncia da nacionalidade portuguesa. Não tem medo de afrontar a religião maioritária e de afirmar que já não há fogueiras para queimar os hereges. Mas quando fala de Deus e da Bíblia o verniz estala. Inquieta-se. Revolta-se. Sente-se perturbado. Quer vingança!
Ninguém inteligente luta com a fantasia alheia. Fazer um campanha contra alguém que não existe é uma perda de tempo e Saramago sabe que o tempo que lhe resta é pouco para ser esbanjado em palermices de religiosos.
Saramago tem razão! Mas não tem fé! E a razão sem fé é como a justiça cega.
O que inquieta Saramago é a sua lógica contraditória. Como é que um Deus que só existe na cabeça das pessoas as influencia tanto?
“A neve não existe pois nunca a vi nem tive dela qualquer sinal”, é assim que se expressa a lógica de um ateu tropical pouco viajado. Mas Saramago tem viajado pelas Escrituras e já viu neve, mas tem medo de lhe tocar e de ser tocado.
Só falta mesmo olhar para cima e ver a luz do Deus que lhe brilha no seu pensamento.
A estratégia de Saramago transformou-o no maior publicitário português da Bíblia. Mesmo que Deus não exista ele conseguiu fazer o que muitos pregadores tentaram mas raramente fizeram, trazer os desiludidos com a religião de volta às Escrituras.
João Pedro Martins, Sociólogo das Religiões
O Tratado em poucas palavras
Em 13 de Dezembro de 2007, os dirigentes da União Europeia assinaram o Tratado de Lisboa, pondo assim fim a vários anos de negociações sobre questões institucionais.
O Tratado de Lisboa altera, sem os substituir, os tratados da União Europeia e da Comunidade Europeia actualmente em vigor. O Tratado dotará a União do quadro jurídico e dos instrumentos necessários para fazer face a desafios futuros e responder às expectativas dos cidadãos.
Uma Europa mais democrática e transparente, com um papel reforçado para o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais, mais oportunidades para que os cidadãos façam ouvir a sua voz e uma definição mais clara de quem faz o quê aos níveis europeu e nacional.
Um papel reforçado para o Parlamento Europeu: o Parlamento Europeu, directamente eleito pelos cidadãos da União Europeia, terá novos poderes importantes no que se refere à legislação e ao orçamento da União Europeia, bem como aos acordos internacionais. Em especial, em relação à maior parte da legislação da União Europeia, o recurso mais frequente à co-decisão no processo de decisão política colocará o Parlamento Europeu em pé de igualdade com o Conselho.
Uma maior participação dos parlamentos nacionais: os parlamentos nacionais terão mais oportunidades de participar no trabalho da União, nomeadamente graças a um novo mecanismo que lhes permite assegurar que a União só intervenha nos casos em que a sua intervenção permita obter melhores resultados do que uma intervenção a nível nacional (subsidiariedade). Em conjunto com o maior peso do Parlamento Europeu, a participação dos parlamentos nacionais reforçará a democracia e conferirá uma legitimidade acrescida ao funcionamento da União.
Uma voz mais forte para os cidadãos: um grupo de, pelo menos, um milhão de cidadãos de um número significativo de Estados-Membros poderá solicitar à Comissão que apresente novas propostas políticas.
Quem faz o quê: uma classificação mais precisa das competências trará uma maior clarificação da relação entre os Estados-Membros e a União Europeia.
Saída da União: pela primeira vez, o Tratado de Lisboa reconhece explicitamente a possibilidade de um Estado Membro sair da União.
Uma Europa mais eficiente, com regras de votação e métodos de trabalho simplificados, instituições modernas e um funcionamento mais racional adaptados a uma União Europeia com 27 Estados-Membros e maior capacidade de intervenção nas áreas prioritárias de hoje.
Maior eficiência no processo de tomada de decisão: a votação por maioria qualificada no Conselho será alargada a novas áreas políticas para acelerar o processo de tomada de decisão e reforçar a sua eficiência. A partir de 2014, o cálculo da maioria qualificada basear-se-á numa dupla maioria de Estados-Membros e de população, representando assim a dupla legitimidade da União. Para ser aprovada por dupla maioria, uma decisão deve receber o voto favorável de 55 % dos Estados-Membros representando, pelo menos, 65 % da população da União.
Um quadro institucional mais estável e simplificado: o Tratado de Lisboa cria a função de Presidente do Conselho Europeu, com um mandato de dois anos e meio; introduz uma relação directa entre a eleição do Presidente da Comissão e os resultados das eleições europeias; prevê novas disposições para a futura composição do Parlamento Europeu e para uma Comissão reduzida e introduz regras mais claras no que se refere ao reforço da cooperação e às disposições financeiras.
Uma vida melhor para os europeus:o Tratado de Lisboa dá mais poderes aos cidadãos da União Europeia para intervirem em várias áreas políticas de grande importância, por exemplo, na área da liberdade, segurança e justiça, com destaque para o combate ao terrorismo e à criminalidade. São igualmente abrangidas outras áreas como a política energética, a saúde pública, a protecção civil, as alterações climáticas, os serviços de interesse geral, a investigação, o espaço, a coesão territorial, a política comercial, a ajuda humanitária, o desporto, o turismo e a cooperação administrativa.
Uma Europa de direitos e valores, liberdade, solidariedade e segurança, com a defesa dos valores da União, a introdução da Carta dos Direitos Fundamentais no direito primário europeu, a criação de novos mecanismos de solidariedade e a garantia de uma melhor protecção para os cidadãos europeus.
Valores democráticos: o Tratado de Lisboa especifica e reforça os valores e objectivos que orientam a União. Além de serem uma referência para os cidadãos europeus, estes valores mostram ao resto do mundo o que a Europa tem para oferecer.
Os direitos dos cidadãos e a Carta dos Direitos Fundamentais: o Tratado de Lisboa consagra direitos existentes e cria novos direitos. Em especial, garante as liberdades e os princípios estabelecidos na Carta dos Direitos Fundamentais e confere um carácter juridicamente vinculativo às suas disposições. Consagra os direitos civis, políticos, económicos e sociais.
Liberdades dos cidadãos europeus: o Tratado de Lisboa protege e reforça as «quatro liberdades» e a liberdade política, económica e social dos cidadãos europeus.
Solidariedade entre Estados-Membros: o Tratado de Lisboa prevê que a União e os seus Estados-Membros ajam em conjunto, num espírito de solidariedade, se um Estado-Membro for vítima de um atentado terrorista ou de uma catástrofe natural ou provocada pela acção humana. É igualmente posta em destaque a solidariedade no domínio da energia.
Mais segurança para todos: a União passa a ter mais capacidade para intervir nas áreas da liberdade, segurança e justiça e, por conseguinte, para lutar contra o crime e o terrorismo. As novas disposições em termos de protecção civil, ajuda humanitária e saúde pública têm igualmente como objectivo reforçar a capacidade de reacção da União em caso de ameaça contra a segurança dos cidadãos europeus.
A Europa enquanto actor na cena mundial, com a conjugação dos instrumentos de política externa da União, tanto na elaboração como na adopção de novas políticas. O Tratado de Lisboa permitirá à Europa assumir uma posição clara nas relações com os seus parceiros e aproveitar as suas vantagens económicas, humanitárias, políticas e diplomáticas para promover os interesses e valores europeus em todo o mundo, no respeito dos interesses individuais dos Estados-Membros em matéria de política externa.
A criação do novo cargo de Alto Representante para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança e Vice Presidente da Comissão reforçará o impacto, a coerência e a visibilidade da acção externa da União Europeia.
Um novo serviço europeu para a acção externa apoiará o Alto Representante.
O facto de a União passar a ter uma personalidade jurídica única irá reforçar o seu poder de negociação, contribuindo para um aumento da sua influência na cena mundial e tornando-a mais visível para os outros países e as organizações internacionais.
No que se refere à política europeia de segurança e defesa,o Tratado prevê disposições especiais para a tomada de decisão e prepara o caminho para uma cooperação reforçada no âmbito de um pequeno grupo de Estados-Membros.
O Tratado de Lisboa altera, sem os substituir, os tratados da União Europeia e da Comunidade Europeia actualmente em vigor. O Tratado dotará a União do quadro jurídico e dos instrumentos necessários para fazer face a desafios futuros e responder às expectativas dos cidadãos.
Uma Europa mais democrática e transparente, com um papel reforçado para o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais, mais oportunidades para que os cidadãos façam ouvir a sua voz e uma definição mais clara de quem faz o quê aos níveis europeu e nacional.
Um papel reforçado para o Parlamento Europeu: o Parlamento Europeu, directamente eleito pelos cidadãos da União Europeia, terá novos poderes importantes no que se refere à legislação e ao orçamento da União Europeia, bem como aos acordos internacionais. Em especial, em relação à maior parte da legislação da União Europeia, o recurso mais frequente à co-decisão no processo de decisão política colocará o Parlamento Europeu em pé de igualdade com o Conselho.
Uma maior participação dos parlamentos nacionais: os parlamentos nacionais terão mais oportunidades de participar no trabalho da União, nomeadamente graças a um novo mecanismo que lhes permite assegurar que a União só intervenha nos casos em que a sua intervenção permita obter melhores resultados do que uma intervenção a nível nacional (subsidiariedade). Em conjunto com o maior peso do Parlamento Europeu, a participação dos parlamentos nacionais reforçará a democracia e conferirá uma legitimidade acrescida ao funcionamento da União.
Uma voz mais forte para os cidadãos: um grupo de, pelo menos, um milhão de cidadãos de um número significativo de Estados-Membros poderá solicitar à Comissão que apresente novas propostas políticas.
Quem faz o quê: uma classificação mais precisa das competências trará uma maior clarificação da relação entre os Estados-Membros e a União Europeia.
Saída da União: pela primeira vez, o Tratado de Lisboa reconhece explicitamente a possibilidade de um Estado Membro sair da União.
Uma Europa mais eficiente, com regras de votação e métodos de trabalho simplificados, instituições modernas e um funcionamento mais racional adaptados a uma União Europeia com 27 Estados-Membros e maior capacidade de intervenção nas áreas prioritárias de hoje.
Maior eficiência no processo de tomada de decisão: a votação por maioria qualificada no Conselho será alargada a novas áreas políticas para acelerar o processo de tomada de decisão e reforçar a sua eficiência. A partir de 2014, o cálculo da maioria qualificada basear-se-á numa dupla maioria de Estados-Membros e de população, representando assim a dupla legitimidade da União. Para ser aprovada por dupla maioria, uma decisão deve receber o voto favorável de 55 % dos Estados-Membros representando, pelo menos, 65 % da população da União.
Um quadro institucional mais estável e simplificado: o Tratado de Lisboa cria a função de Presidente do Conselho Europeu, com um mandato de dois anos e meio; introduz uma relação directa entre a eleição do Presidente da Comissão e os resultados das eleições europeias; prevê novas disposições para a futura composição do Parlamento Europeu e para uma Comissão reduzida e introduz regras mais claras no que se refere ao reforço da cooperação e às disposições financeiras.
Uma vida melhor para os europeus:o Tratado de Lisboa dá mais poderes aos cidadãos da União Europeia para intervirem em várias áreas políticas de grande importância, por exemplo, na área da liberdade, segurança e justiça, com destaque para o combate ao terrorismo e à criminalidade. São igualmente abrangidas outras áreas como a política energética, a saúde pública, a protecção civil, as alterações climáticas, os serviços de interesse geral, a investigação, o espaço, a coesão territorial, a política comercial, a ajuda humanitária, o desporto, o turismo e a cooperação administrativa.
Uma Europa de direitos e valores, liberdade, solidariedade e segurança, com a defesa dos valores da União, a introdução da Carta dos Direitos Fundamentais no direito primário europeu, a criação de novos mecanismos de solidariedade e a garantia de uma melhor protecção para os cidadãos europeus.
Valores democráticos: o Tratado de Lisboa especifica e reforça os valores e objectivos que orientam a União. Além de serem uma referência para os cidadãos europeus, estes valores mostram ao resto do mundo o que a Europa tem para oferecer.
Os direitos dos cidadãos e a Carta dos Direitos Fundamentais: o Tratado de Lisboa consagra direitos existentes e cria novos direitos. Em especial, garante as liberdades e os princípios estabelecidos na Carta dos Direitos Fundamentais e confere um carácter juridicamente vinculativo às suas disposições. Consagra os direitos civis, políticos, económicos e sociais.
Liberdades dos cidadãos europeus: o Tratado de Lisboa protege e reforça as «quatro liberdades» e a liberdade política, económica e social dos cidadãos europeus.
Solidariedade entre Estados-Membros: o Tratado de Lisboa prevê que a União e os seus Estados-Membros ajam em conjunto, num espírito de solidariedade, se um Estado-Membro for vítima de um atentado terrorista ou de uma catástrofe natural ou provocada pela acção humana. É igualmente posta em destaque a solidariedade no domínio da energia.
Mais segurança para todos: a União passa a ter mais capacidade para intervir nas áreas da liberdade, segurança e justiça e, por conseguinte, para lutar contra o crime e o terrorismo. As novas disposições em termos de protecção civil, ajuda humanitária e saúde pública têm igualmente como objectivo reforçar a capacidade de reacção da União em caso de ameaça contra a segurança dos cidadãos europeus.
A Europa enquanto actor na cena mundial, com a conjugação dos instrumentos de política externa da União, tanto na elaboração como na adopção de novas políticas. O Tratado de Lisboa permitirá à Europa assumir uma posição clara nas relações com os seus parceiros e aproveitar as suas vantagens económicas, humanitárias, políticas e diplomáticas para promover os interesses e valores europeus em todo o mundo, no respeito dos interesses individuais dos Estados-Membros em matéria de política externa.
A criação do novo cargo de Alto Representante para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança e Vice Presidente da Comissão reforçará o impacto, a coerência e a visibilidade da acção externa da União Europeia.
Um novo serviço europeu para a acção externa apoiará o Alto Representante.
O facto de a União passar a ter uma personalidade jurídica única irá reforçar o seu poder de negociação, contribuindo para um aumento da sua influência na cena mundial e tornando-a mais visível para os outros países e as organizações internacionais.
No que se refere à política europeia de segurança e defesa,o Tratado prevê disposições especiais para a tomada de decisão e prepara o caminho para uma cooperação reforçada no âmbito de um pequeno grupo de Estados-Membros.
Ponte metálica em Roche-sur-Yon
A nova ponte pedonal sobre a linha do TGV em Roche-sur-Yon é uma construção inovadora com a forma de um tubo onde os elementos estruturais em aço formam uma fina rede cilíndrica que lhe dá rigidez. O projecto é da autoria do arquitecto francês Bernard Tschumi em associação com a HDA-Paris e faz jus à tradição da grande arquitectura industrial do século XIX.
Considerado o fundador da Antropologia Estruturalista, Lévi-Strauss
Considerado o fundador da Antropologia Estruturalista, Lévi-Strauss morreu na véspera de completar 101 anos. Nascido em Bruxelas, estudou Direito e Filosofia na Sorbonne, tendo-se depois especializado no campo da etnologia. Influenciou de maneira decisiva a filosofia, a sociologia, a história e a teoria da literatura. Aqui deixamos esta entrevista feita há quatro anos
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Descoberto o mais denso conjunto de galáxias
A 6700 milhões de anos luz da Terra, foi descoberto um gigantesco conjunto de galáxias, até agora desconhecido. Estima-se que seja dez mil vezes mais denso que a Via Láctea.

"É a primeira vez que observamos uma estrutura tão notável e rica no Universo longínquo", afirma Masayuki Tanaka, líder da equipa que fez a descoberta, a partir do Observatório Europeu do Sul (ESO).
O conjunto descoberto estende-se por 60 milhões de anos luz e, segundo os astrónomos, é como uma peça do esqueleto do Universo. Dados publicados na revista Astronomy and Astrophysics.
Para fazer as observações, a equipa de Tanaka usou dois dos maiores telescópios do mundo, com lentes que medem cerca de 8 metros de diâmetro, colocados no Havai e no Chile. Acreditam que completaram o levantamento "demográfico", com o mapa que desenharam e querm começar a fazer a "sociologia" desta nova "região", estudando como as propriedades das galáxias dependem do ambiente em que estão.
Skunk Anansie actuam amanhã no Coliseu dos Recreios
Após oito anos separada, a banda de Skin (vocalista) passa por Portugal para dar dois concertos no coliseus de Lisboa e do Porto, inseridos na turné Greatest Hits. As portas abrem às 20.00 e os espectáculos têm início uma hora depois.
Os Skunk Anansie editaram o seu último album em 1999, intitulado “Post Orgasmic Chill”, e a banda inglesa chegou aos tops mundiais com êxitos como “Hedonism” e “You'll Follow Me Down”.
Os Skunk Anansie editaram o seu último album em 1999, intitulado “Post Orgasmic Chill”, e a banda inglesa chegou aos tops mundiais com êxitos como “Hedonism” e “You'll Follow Me Down”.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Ler bem o rótulo antes de escolher um curso superior
Um aluno universitário é um consumidor como outro qualquer. Antes de escolher o percurso académico tem direito a ser informado sobre tudo o que o seu curso tem para oferecer. Desde o número de aulas que deverá ter até ao grau de empregabilidade, passando pelos custos que a licenciatura envolve, tudo tem de estar discriminado na hora do estudante decidir. Esta é a nova condição que o governo inglês quer oferecer a todos os candidatos. O ministro das Universidades, Peter Mandelson, apresenta amanhã o novo plano que define as prioridades para o ensino superior.Como contrapartida, o governo pretende que as universidades ofereçam melhores condições de acesso ao candidato. Na hora de escolher um curso, o estudante deverá ter uma lista de informação adicional em que seja possível conhecer com detalhe as cadeiras incluídas na licenciatura, o número de horas de aulas a serem dadas pelos professores ou os métodos de ensino a que vai estar sujeito. Determinar com que frequência cada aluno irá beneficiar de seminários e colóquios, informar sobre o número de horas de trabalho individual que cada curso implica e saber com que frequência vão ser avaliados são outras indicações que os institutos devem esclarecer quando lançam os novos cursos.
As obrigações das universidades perante o aluno não se esgotam com o fim do curso. Estatísticas sobre o desemprego e empregabilidade deverão ser facultadas de seis em seis meses e durante os três primeiros anos após concluírem a licenciatura. O que falta ainda saber é como pretende o governo implementar este sistema de acesso ao ensino superior. Centralizar a informação de todas as universidades num website é uma das hipóteses levantadas pelo ministro Peter Mandelson, mas ainda nenhuma decisão foi tomada pelo governo inglês.
O plano pretende ser uma resposta ao descontentamento generalizado dos estudantes universitários que protestam contra os cerca de 3600 euros desembolsados por ano para frequentar um curso superior e que dizem não ter retorno no momento de entrar no mercado de trabalho. Em Portugal, as universidades públicas estabelecem como máximo 920 euros de propinas anuais. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior divulga todos os anos o estudo sobre empregabilidade dos cursos, uma medida criada em 2005 que visa combater o desemprego de longa duração entre jovens licenciados.
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